Publicação
Desenvolvimento de um método de deteção e análise de falhas em centrais fotovoltaicas por termografia
| Resumo: | A termografia é uma técnica em expansão na avaliação de centrais solares fotovoltaicas, devido à sua facilidade de operação e ao facto de não afetar a operação das centrais. Este trabalho consiste na análise termográfica da central solar fotovoltaica da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde foram identificados módulos fotovoltaicos com pontos quentes ou hot-spots. Foi elaborado um modelo gráfico da central onde se observou que os módulos com hot-spots se encontram em aglomerados ao invés de dispersos aleatoriamente na central. Foram estabelecidas duas hipóteses com o objetivo de explicar a origem deste fenómeno: a existência de sombreamentos parciais sobre os módulos fotovoltaicos; e a possibilidade de os inversores estarem na origem do problema. Concluiu-se que os sombreamentos parciais não estão na origem dos hot-spots nem dos aglomerados de módulos. Quanto aos inversores, concluiu-se que estão diretamente relacionados com os aglomerados de módulos anómalos, possivelmente sendo responsáveis pelo aparecimento de hot-spots devido a problemas nas ligações elétricas entre os inversores e os módulos, ou por estes terem estado a operar indevidamente durante um período de tempo indeterminado. |
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| Autores principais: | Monteiro, Manuel Maria Maia Marques Líbano |
| Assunto: | Solar fotovoltaico Termografia Hot-spots Teses de mestrado - 2018 |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A termografia é uma técnica em expansão na avaliação de centrais solares fotovoltaicas, devido à sua facilidade de operação e ao facto de não afetar a operação das centrais. Este trabalho consiste na análise termográfica da central solar fotovoltaica da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde foram identificados módulos fotovoltaicos com pontos quentes ou hot-spots. Foi elaborado um modelo gráfico da central onde se observou que os módulos com hot-spots se encontram em aglomerados ao invés de dispersos aleatoriamente na central. Foram estabelecidas duas hipóteses com o objetivo de explicar a origem deste fenómeno: a existência de sombreamentos parciais sobre os módulos fotovoltaicos; e a possibilidade de os inversores estarem na origem do problema. Concluiu-se que os sombreamentos parciais não estão na origem dos hot-spots nem dos aglomerados de módulos. Quanto aos inversores, concluiu-se que estão diretamente relacionados com os aglomerados de módulos anómalos, possivelmente sendo responsáveis pelo aparecimento de hot-spots devido a problemas nas ligações elétricas entre os inversores e os módulos, ou por estes terem estado a operar indevidamente durante um período de tempo indeterminado. |
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