Publicação
Jardineiros-Botânicos em Lisboa (1764-1919). Contributos para a história dos seus jardins
| Resumo: | A presente dissertação de mestrado tem como objectivo contribuir para um conhecimento mais actual sobre um conjunto de jardineiros que, entre a reconstrução de Lisboa após o terramoto de 1755 e as primeiras décadas do século XX, trabalharam nos jardins da capital contratados por privados, estabelecimentos botânicos, casa real e câmara municipal. Eram grandes conhecedores de plantas e do seu cultivo, detentores de sólidos conhecimentos botânicos e de jardinagem e foram os responsáveis pela aplicação de um novo modelo florístico, caracterizado pela introdução e aclimatação de uma nova flora exótica que transformou, até aos nossos dias, a paisagem de Lisboa. Foram estudados catorze jardineiros-botânicos, na sua maioria estrangeiros: Domenico Vandelli, Félix de Avelar Brotero, John Rosenfelder, Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha, Jean-Baptiste Bonnard, João Francisco da Silva, Friedrich Welwitsch, Pierre Maurier, Jacob Weiss, Edmond Goeze, Jules Daveau, Ernest Pissard, Henri Cayeux e Henri Navel. Estes jardineiros-botânicos participaram na construção, plantação, renovação e conservação de quintas, parques, passeios e jardins, contribuindo de forma inequívoca para um valioso património botânico que, através de uma flora universal, transformou a imagem de Lisboa |
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| Autores principais: | Cal, Pedro Santiago |
| Assunto: | jardineiro-botânico jardins históricos de Lisboa aclimatação de vegetação exótica Botânica e horticultura arte dos jardins |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A presente dissertação de mestrado tem como objectivo contribuir para um conhecimento mais actual sobre um conjunto de jardineiros que, entre a reconstrução de Lisboa após o terramoto de 1755 e as primeiras décadas do século XX, trabalharam nos jardins da capital contratados por privados, estabelecimentos botânicos, casa real e câmara municipal. Eram grandes conhecedores de plantas e do seu cultivo, detentores de sólidos conhecimentos botânicos e de jardinagem e foram os responsáveis pela aplicação de um novo modelo florístico, caracterizado pela introdução e aclimatação de uma nova flora exótica que transformou, até aos nossos dias, a paisagem de Lisboa. Foram estudados catorze jardineiros-botânicos, na sua maioria estrangeiros: Domenico Vandelli, Félix de Avelar Brotero, John Rosenfelder, Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha, Jean-Baptiste Bonnard, João Francisco da Silva, Friedrich Welwitsch, Pierre Maurier, Jacob Weiss, Edmond Goeze, Jules Daveau, Ernest Pissard, Henri Cayeux e Henri Navel. Estes jardineiros-botânicos participaram na construção, plantação, renovação e conservação de quintas, parques, passeios e jardins, contribuindo de forma inequívoca para um valioso património botânico que, através de uma flora universal, transformou a imagem de Lisboa |
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