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Alergenicidade das lectinas de plantas leguminosas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Cada vez mais a alimentação é uma preocupação social a nível mundial, não só pela prática de uma vida saudável como pelo fato de poder induzir complexos mecanismos de alergias alimentares, em indivíduos suscetíveis. Diferentes áreas geográficas condicionam diferentes hábitos alimentares e, por isso, diferentes suscetibilidades alergénicas. Em Portugal, neste pequeno país das cinco quinas, existe uma panóplia de pratos gastronómicos, típicos de regiões de norte a sul, que incluem leguminosas, uma das principais fontes de proteínas de reserva com cariz alergénico como ingredientes fundamentais (bacalhau com grão, feijoada à transmontana, feijão-frade com atum, favas guisadas, ervilhas e favas com ovos escalfados, são alguns dos exemplos). Nesta dissertação monográfica, o objetivo traduz-se na integração do conceito de alergenicidade com a respetiva correlação do padrão de lectinas alergénicas identificadas nas leguminosas (globulinas e albuminas) e posteriores terapêuticas adjuvantes, neste problema de saúde pública. Será ainda, apresentado de forma sucinta, a potencial alergenicidade, via lectina, de alimentos geneticamente modificados, fazendo a relação entre leguminosas tradicionais, e modificadas pela variante genética.
Autores principais:Candeias, Ana Raquel da Silva
Assunto:Alergia alimentar Plantas leguminosas Proteínas de reserva Lectinas Terapêutica via lectinas Mestrado Integrado - 2013
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Cada vez mais a alimentação é uma preocupação social a nível mundial, não só pela prática de uma vida saudável como pelo fato de poder induzir complexos mecanismos de alergias alimentares, em indivíduos suscetíveis. Diferentes áreas geográficas condicionam diferentes hábitos alimentares e, por isso, diferentes suscetibilidades alergénicas. Em Portugal, neste pequeno país das cinco quinas, existe uma panóplia de pratos gastronómicos, típicos de regiões de norte a sul, que incluem leguminosas, uma das principais fontes de proteínas de reserva com cariz alergénico como ingredientes fundamentais (bacalhau com grão, feijoada à transmontana, feijão-frade com atum, favas guisadas, ervilhas e favas com ovos escalfados, são alguns dos exemplos). Nesta dissertação monográfica, o objetivo traduz-se na integração do conceito de alergenicidade com a respetiva correlação do padrão de lectinas alergénicas identificadas nas leguminosas (globulinas e albuminas) e posteriores terapêuticas adjuvantes, neste problema de saúde pública. Será ainda, apresentado de forma sucinta, a potencial alergenicidade, via lectina, de alimentos geneticamente modificados, fazendo a relação entre leguminosas tradicionais, e modificadas pela variante genética.