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Avaliação da eficácia de uma vacina autógena de Moraxella bovis no controlo da queratoconjuntivite infecciosa bovina em bovinos de carne

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A queratoconjuntivite infecciosa bovina (QIB) é a doença ocular primária mais comum em bovinos e, apesar de algumas vezes a taxa de morbilidade ser baixa, em surtos mais graves esta pode atingir valores muito altos. É com o intuito de avaliar a eficácia de uma vacina autógena de Moraxella bovis (M. bovis), no controlo desta doença, que este estudo foi desenvolvido. O estudo foi desenvolvido entre os meses de Maio e Setembro de 2016 em duas explorações do distrito de Portalegre. Foram utilizados 126 animais, com idades compreendidas entre os cinco e os oito meses, os quais foram distribuídos aleatoriamente pelo grupo vacinal ou grupo controlo. Ao grupo vacinal foram administradas duas doses, por via subcutânea, da vacina autógena distanciadas em 21 a 26 dias e ao grupo controlo nada foi administrado. Como se tratavam de explorações comerciais, foi decidido que a proporção entre animais vacinados e controlo seria de 2:1. Os animais foram avaliados para a presença de lesões oculares durante o decorrer do estudo. Verificou-se que em ambas as explorações não existiam diferenças significativas entre os dois grupos. Apesar deste resultado, o autor é da opinião que a vacina autógena tem efeitos positivos, uma vez que as lesões em animais vacinados eram de menor gravidade e resultaram em menos sequelas.
Autores principais:Moura, Francisco Ladeira de Figueiredo e Romão de
Assunto:bovino vacina autógeno Moraxella bovis queratoconjuntivite infecciosa bovina bovine vaccine autogenous Moraxella bovis infectious bovine keratoconjuntivitis
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A queratoconjuntivite infecciosa bovina (QIB) é a doença ocular primária mais comum em bovinos e, apesar de algumas vezes a taxa de morbilidade ser baixa, em surtos mais graves esta pode atingir valores muito altos. É com o intuito de avaliar a eficácia de uma vacina autógena de Moraxella bovis (M. bovis), no controlo desta doença, que este estudo foi desenvolvido. O estudo foi desenvolvido entre os meses de Maio e Setembro de 2016 em duas explorações do distrito de Portalegre. Foram utilizados 126 animais, com idades compreendidas entre os cinco e os oito meses, os quais foram distribuídos aleatoriamente pelo grupo vacinal ou grupo controlo. Ao grupo vacinal foram administradas duas doses, por via subcutânea, da vacina autógena distanciadas em 21 a 26 dias e ao grupo controlo nada foi administrado. Como se tratavam de explorações comerciais, foi decidido que a proporção entre animais vacinados e controlo seria de 2:1. Os animais foram avaliados para a presença de lesões oculares durante o decorrer do estudo. Verificou-se que em ambas as explorações não existiam diferenças significativas entre os dois grupos. Apesar deste resultado, o autor é da opinião que a vacina autógena tem efeitos positivos, uma vez que as lesões em animais vacinados eram de menor gravidade e resultaram em menos sequelas.