Publicação
Reparação de compósitos: revisão narrativa
| Resumo: | Objetivo: avaliar a eficácia dos diferentes métodos de reparação de compósito descritos na literatura. Materiais e métodos: Foi realizada uma pesquisa nas bases de dados PubMed e Cochrane até Setembro de 2018, com inclusão de artigos em inglês e português e de artigos identificados manualmente por serem referenciados na bibliografia dos artigos consultados. Resultados: A realização de uma reparação requer a adesão de um substrato novo a um substrato envelhecido o que pressupõe a remoção da camada superficial e criação de rugosidades na superfície do compósito envelhecido. Para isso, pode-se recorrer a métodos físicos como condicionamento com ácido hidrofluoridrico ou ácido fosfórico, jateamento com óxido de alumínio, com particulas modificadas com sílica ou com partículas de bicarbonato de sódio, tratamento com brocas diamantadas ou laser. Entre os métodos físicos, jateamento com partículas de óxido de alumínio e/ou com partículas modificadas com sílica apresentaram maior rugosidade superficial e valores positivos de resistência adesiva das reparações nos artigos analisados. Em contraste, o tratamento com ácido fosfórico e hidrofluoridrico apresentaram efeitos irrelevantes e em alguns casos negativos. Após a produção de rugosidades, a área de superfície aumenta e é imperativo a utilização de um adesivo de baixa viscosidade de forma a ser possível a sua difusão e permitir a adesão química dos substractos. Conclusões: Não existe um método considerado ideal para vários tipos de compósito. |
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| Autores principais: | Veiga, Melanie |
| Assunto: | Saúde oral Resinas compostas Teses de mestrado - 2018 |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Objetivo: avaliar a eficácia dos diferentes métodos de reparação de compósito descritos na literatura. Materiais e métodos: Foi realizada uma pesquisa nas bases de dados PubMed e Cochrane até Setembro de 2018, com inclusão de artigos em inglês e português e de artigos identificados manualmente por serem referenciados na bibliografia dos artigos consultados. Resultados: A realização de uma reparação requer a adesão de um substrato novo a um substrato envelhecido o que pressupõe a remoção da camada superficial e criação de rugosidades na superfície do compósito envelhecido. Para isso, pode-se recorrer a métodos físicos como condicionamento com ácido hidrofluoridrico ou ácido fosfórico, jateamento com óxido de alumínio, com particulas modificadas com sílica ou com partículas de bicarbonato de sódio, tratamento com brocas diamantadas ou laser. Entre os métodos físicos, jateamento com partículas de óxido de alumínio e/ou com partículas modificadas com sílica apresentaram maior rugosidade superficial e valores positivos de resistência adesiva das reparações nos artigos analisados. Em contraste, o tratamento com ácido fosfórico e hidrofluoridrico apresentaram efeitos irrelevantes e em alguns casos negativos. Após a produção de rugosidades, a área de superfície aumenta e é imperativo a utilização de um adesivo de baixa viscosidade de forma a ser possível a sua difusão e permitir a adesão química dos substractos. Conclusões: Não existe um método considerado ideal para vários tipos de compósito. |
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