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Classificação linear de imagens. Aplicações à Escala Regional: o caso da Área Metropolitana de Lisboa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As aplicações desenvolvidas com recurso a técnicas clássicas de análise de dados e a complexidade de situações que ocorrem no globo terrestre, têm fomentado a predominância dos métodos de classificação supervisionada sobre os seus congéneres não supervisionados. Os melhores resultados apresentados por métodos como o do paralelepípedo, mínima distância, e máxima verosimilhança (principalmente os dois últimos) tornaram clássicos esses métodos para proceder à classificação de imagens. No entanto, como os resultados obtidos ainda não são considerados totalmente satisfatórios, novas abordagens têm sido desenvolvidas com o objectivo de melhorar as classificações produzidas. Neste contexto têm surgido duas correntes: uma que procura encontrar novos classificadores, mais eficazes, e outra, que aposta na melhoria dos dados de entrada para assim alcançar resultados mais consentâneos com a realidade. O método proposto, resulta da conjugação das duas correntes supracitadas, recorrendo a imagens Landsat TM (multiespectrais fundidas com a pancromática) para, através da utilização de um classificador até agora pouco voga em detecção remota e utilizando diversos índices como bandas espectrais, produzir uma classificação de ocupação do solo para a Área Metropolitana de Lisboa.
Autores principais:Rocha, Jorge
Outros Autores:Tenedório, José A.; Morgado, Paulo
Assunto:Detecção remota Uso e ocupação do solo Análise linear discriminante
Ano:2002
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:As aplicações desenvolvidas com recurso a técnicas clássicas de análise de dados e a complexidade de situações que ocorrem no globo terrestre, têm fomentado a predominância dos métodos de classificação supervisionada sobre os seus congéneres não supervisionados. Os melhores resultados apresentados por métodos como o do paralelepípedo, mínima distância, e máxima verosimilhança (principalmente os dois últimos) tornaram clássicos esses métodos para proceder à classificação de imagens. No entanto, como os resultados obtidos ainda não são considerados totalmente satisfatórios, novas abordagens têm sido desenvolvidas com o objectivo de melhorar as classificações produzidas. Neste contexto têm surgido duas correntes: uma que procura encontrar novos classificadores, mais eficazes, e outra, que aposta na melhoria dos dados de entrada para assim alcançar resultados mais consentâneos com a realidade. O método proposto, resulta da conjugação das duas correntes supracitadas, recorrendo a imagens Landsat TM (multiespectrais fundidas com a pancromática) para, através da utilização de um classificador até agora pouco voga em detecção remota e utilizando diversos índices como bandas espectrais, produzir uma classificação de ocupação do solo para a Área Metropolitana de Lisboa.