Publicação
As práticas de gestão de recursos humanos e a intenção de resistência à mudança: o papel moderador da geração
| Resumo: | A constante competitividade interempresas resulta numa permanente necessidade de mudança organizacional, caminhando lado-a-lado com a tão desejada evolução tecnológica e financeira. Desta forma, torna-se essencial contar com colaboradores preparados para lidar e aceitar a mudança, independentemente da geração em que se posicionam. Neste campo, determinadas práticas de gestão de recursos humanos podem garantir a diminuição ou dissuasão da intenção de resistência à mudança. Aliado a esta questão será importante ter em conta as necessidades e especificidades de cada geração, adequando assim as práticas de gestão de recursos humanos a cada realidade. O objetivo deste projeto passa por analisar a relação entre práticas de gestão de recursos humanos e intenção de resistência à mudança, bem como analisar o papel da Geração (baby boomers, geração X, geração Y) nesta relação. Tratando-se de uma investigação de tipo quantitativo, a recolha de dados foi realizada por meio de inquérito por questionário, numa multinacional do sector hoteleiro, a 174 trabalhadores. Os resultados revelam: quanto à primeira hipótese não existe relação entre as variáveis práticas de gestão de recursos humanos e intenção de resistência à mudança; em relação à segunda hipótese, a geração X revelou-se mais resistente que as demais; por último, a terceira hipótese apresentou-se inconclusiva por não ser possível testar a moderação da relação mencionada na primeira hipótese. Apesar dos resultados não estarem alinhados com o esperado, permitem refletir o conceito de Gerações e produzir sugestões para futuros estudos, com relevância académica e, sobretudo organizacional. |
|---|---|
| Autores principais: | Coelho, Sandra Sofia Pires |
| Assunto: | Mudança organizacional Práticas de gestão de recursos humanos Diferenças geracionais Organizational Change Human Resources Management Practices Generational Differences |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A constante competitividade interempresas resulta numa permanente necessidade de mudança organizacional, caminhando lado-a-lado com a tão desejada evolução tecnológica e financeira. Desta forma, torna-se essencial contar com colaboradores preparados para lidar e aceitar a mudança, independentemente da geração em que se posicionam. Neste campo, determinadas práticas de gestão de recursos humanos podem garantir a diminuição ou dissuasão da intenção de resistência à mudança. Aliado a esta questão será importante ter em conta as necessidades e especificidades de cada geração, adequando assim as práticas de gestão de recursos humanos a cada realidade. O objetivo deste projeto passa por analisar a relação entre práticas de gestão de recursos humanos e intenção de resistência à mudança, bem como analisar o papel da Geração (baby boomers, geração X, geração Y) nesta relação. Tratando-se de uma investigação de tipo quantitativo, a recolha de dados foi realizada por meio de inquérito por questionário, numa multinacional do sector hoteleiro, a 174 trabalhadores. Os resultados revelam: quanto à primeira hipótese não existe relação entre as variáveis práticas de gestão de recursos humanos e intenção de resistência à mudança; em relação à segunda hipótese, a geração X revelou-se mais resistente que as demais; por último, a terceira hipótese apresentou-se inconclusiva por não ser possível testar a moderação da relação mencionada na primeira hipótese. Apesar dos resultados não estarem alinhados com o esperado, permitem refletir o conceito de Gerações e produzir sugestões para futuros estudos, com relevância académica e, sobretudo organizacional. |
|---|