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Motivações para a frequência de formação profissional : estudo de caso na região de Leiria

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A sociedade actual é marcada por constantes alterações em diversos campos como o tecnológico, económico e cultural, e ainda no laboral. Neste sentido, urge a adaptação dos indivíduos a essas mudanças, sob pena de serem marginalizados social e profissionalmente. A aprendizagem ao longo da vida é extensão. As alterações no mundo laboral requerem uma actualização contínua. O emprego para toda a vida deixou de existir, torna-se, então, essencial responder às necessidades do mercado de trabalho para fazer face aos períodos instáveis e alternados de emprego e desemprego. A formação profissional constitui um poderoso meio, de aprendizagem organizada, nesta adequação ao mercado de trabalho.Com esta investigação pretendeu-se identificar as motivações responsáveis pela frequência de formação profissional auto-financiada; e analisar a influência do sexo, idade, nível de habilitação académica, situação profissional e grau de estabilidade profissional dos formandos nas suas motivações. Partiu-se da hipótese de que podem ser várias as motivações subjacentes à participação em formação profissional, não sendo estas exclusivas entre si. Optou-se por uma abordagem simultaneamente quantitativa e qualitativa. E realizou-se um estudo de caso numa empresa que ministra cursos de formação profissional por catálogo para um mercado inter-empresas. A recolha de dados foi efectuada através de um inquérito por questionário a uma amostra de 67 formandos. Para tal, recorreu se à amostragem por conveniência. A maioria dos inquiridos concordou completamente com as seguintes motivações de participação no curso: possibilita a aquisição e desenvolvimento de conhecimentos e de competências essenciais à actividade profissional; aumenta as oportunidades profissionais; e permite enriquecer o currículo. Verificou-se que as principais motivações para ingressar na formação profissional diferem com o sexo, a idade, o nível de habilita
Autores principais:Cardoso, Joana Catarina Pedrosa, 1984-
Assunto:Formação profissional Motivação na aprendizagem Aprendizagem ao longo da vida Teses de mestrado
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A sociedade actual é marcada por constantes alterações em diversos campos como o tecnológico, económico e cultural, e ainda no laboral. Neste sentido, urge a adaptação dos indivíduos a essas mudanças, sob pena de serem marginalizados social e profissionalmente. A aprendizagem ao longo da vida é extensão. As alterações no mundo laboral requerem uma actualização contínua. O emprego para toda a vida deixou de existir, torna-se, então, essencial responder às necessidades do mercado de trabalho para fazer face aos períodos instáveis e alternados de emprego e desemprego. A formação profissional constitui um poderoso meio, de aprendizagem organizada, nesta adequação ao mercado de trabalho.Com esta investigação pretendeu-se identificar as motivações responsáveis pela frequência de formação profissional auto-financiada; e analisar a influência do sexo, idade, nível de habilitação académica, situação profissional e grau de estabilidade profissional dos formandos nas suas motivações. Partiu-se da hipótese de que podem ser várias as motivações subjacentes à participação em formação profissional, não sendo estas exclusivas entre si. Optou-se por uma abordagem simultaneamente quantitativa e qualitativa. E realizou-se um estudo de caso numa empresa que ministra cursos de formação profissional por catálogo para um mercado inter-empresas. A recolha de dados foi efectuada através de um inquérito por questionário a uma amostra de 67 formandos. Para tal, recorreu se à amostragem por conveniência. A maioria dos inquiridos concordou completamente com as seguintes motivações de participação no curso: possibilita a aquisição e desenvolvimento de conhecimentos e de competências essenciais à actividade profissional; aumenta as oportunidades profissionais; e permite enriquecer o currículo. Verificou-se que as principais motivações para ingressar na formação profissional diferem com o sexo, a idade, o nível de habilita