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Aplicação da Benford's Law à liquidez do mercado financeiro : o caso português

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo tem como objectivo aplicar a Lei de Benford à liquidez do mercado de capitais em Portugal, mais concretamente o PSI-20, entre os anos de 2009 e 2012, e aferir se as distribuições obtidas para a amostra seguem ou não a distribuição teórica de Benford. O indicador de liquidez escolhido é o volume de transacções diárias. Os resultados variam conforme o teste estatístico utilizado na análise. Utilizando o teste Z, é possível detectar os desvios estatisticamente significativos nos valores individualmente, para cada posição dos dígitos. Utilizando o teste estatístico do qui-quadrado já é possível avaliar uma distribuição como um todo, para cada posição dos dígitos. Os resultados obtidos permitem afirmar que a amostra não apresenta diferenças estatisticamente significativas no caso do primeiro dígito em relação à distribuição teórica de Benford, ocorrendo o oposto nos casos do segundo, terceiro e quarto dígitos.
Autores principais:Roque, Jorge Manuel Silva Gomes
Assunto:Lei de Benford liquidez mercado de capitais distribuição de frequências Benford's Law liquidity stock market frequencies distributions
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este estudo tem como objectivo aplicar a Lei de Benford à liquidez do mercado de capitais em Portugal, mais concretamente o PSI-20, entre os anos de 2009 e 2012, e aferir se as distribuições obtidas para a amostra seguem ou não a distribuição teórica de Benford. O indicador de liquidez escolhido é o volume de transacções diárias. Os resultados variam conforme o teste estatístico utilizado na análise. Utilizando o teste Z, é possível detectar os desvios estatisticamente significativos nos valores individualmente, para cada posição dos dígitos. Utilizando o teste estatístico do qui-quadrado já é possível avaliar uma distribuição como um todo, para cada posição dos dígitos. Os resultados obtidos permitem afirmar que a amostra não apresenta diferenças estatisticamente significativas no caso do primeiro dígito em relação à distribuição teórica de Benford, ocorrendo o oposto nos casos do segundo, terceiro e quarto dígitos.