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Paris, 1919: Pacheco, Almada, Homem Christo e a Chez Fast

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O final da I Guerra Mundial permitiu o regresso a Paris de alguns artistas modernistas portugueses. José Pacheco voltou em 1919, para se juntar a Almada Negreiros, que estava na sua primeira estadia. Ambos envolveram-se em iniciativas empresariais de Francisco Homem Christo Filho, há muito estabelecido em França: a boîte Pa-Ta-Poom, em Biarritz, e uma livraria-galeria-salão-de-chá em Paris, a Chez Fast. Pacheco trabalhou como arquitecto de interiores nos dois espaços. A sua intervenção na Fast e as actividades deste empreendimento, que também funcionou como galeria de arte, expondo nomes como Canto da Maya e Mário Eloy, é o assunto deste breve estudo.
Autores principais:Macdonald, João
Assunto:José Pacheco Almada Negreiros Francisco de Homem Christo Filho Chez Fast Paris Modernismo
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O final da I Guerra Mundial permitiu o regresso a Paris de alguns artistas modernistas portugueses. José Pacheco voltou em 1919, para se juntar a Almada Negreiros, que estava na sua primeira estadia. Ambos envolveram-se em iniciativas empresariais de Francisco Homem Christo Filho, há muito estabelecido em França: a boîte Pa-Ta-Poom, em Biarritz, e uma livraria-galeria-salão-de-chá em Paris, a Chez Fast. Pacheco trabalhou como arquitecto de interiores nos dois espaços. A sua intervenção na Fast e as actividades deste empreendimento, que também funcionou como galeria de arte, expondo nomes como Canto da Maya e Mário Eloy, é o assunto deste breve estudo.