Publicação
Drusen do disco óptico
| Resumo: | Este trabalho aborda o tema "Drusen do disco óptico" - DDO. Ocorre em até 2,4% dos indivíduos apesar de muitos não serem identificados clinicamente. A sua patogénese não se encontra ainda bem esclarecida discutindo-se alguns dos possíveis mecanismos fisiopatológicos. É também abordada a história natural e a clínica dos DDO. Muitas vezes assintomáticos, podem passar despercebidos até que o exame oftalmológico os evidencie, devido ao quadro de instalação lento e progressivo, que pode progredir desprovido de sintomas, mesmo com perda do campo visual - CV. É importante o estabelecimento do diagnóstico diferencial, sobretudo com o papiledema. Vários exames complementares podem ser úteis, nomeadamente a Ecografia, a Angiografia fluoresceínica, a Tomografia computorizada orbitária, a Ressonância magnética e a Tomografia de coerência óptica - OCT. Os DDO podem complicar-se com neuropatia óptica isquémica anterior, neovasos subretinianos, oclusões vasculares e corioretinopatia central serosa peripapilar. Por vezes os DDO associam-se a outras patologias como a Retinite Pigmentar, o Pseudoxantoma elástico e estrias angióides ou o síndrome de Alargille. Não existe tratamento para os DDO, devendo no entanto as complicações ser tratadas. Documenta-se e discute-se o caso clínico de uma doente de 47 anos de idade sob terapêutica com hidroxicloroquina e quadro de pseudopapiledema por DDO. |
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| Autores principais: | Barbosa, Nuno César de Albuquerque Lopes Quintão, 1992 |
| Assunto: | Drusas do disco óptico Nervo óptico Oftalmologia |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Este trabalho aborda o tema "Drusen do disco óptico" - DDO. Ocorre em até 2,4% dos indivíduos apesar de muitos não serem identificados clinicamente. A sua patogénese não se encontra ainda bem esclarecida discutindo-se alguns dos possíveis mecanismos fisiopatológicos. É também abordada a história natural e a clínica dos DDO. Muitas vezes assintomáticos, podem passar despercebidos até que o exame oftalmológico os evidencie, devido ao quadro de instalação lento e progressivo, que pode progredir desprovido de sintomas, mesmo com perda do campo visual - CV. É importante o estabelecimento do diagnóstico diferencial, sobretudo com o papiledema. Vários exames complementares podem ser úteis, nomeadamente a Ecografia, a Angiografia fluoresceínica, a Tomografia computorizada orbitária, a Ressonância magnética e a Tomografia de coerência óptica - OCT. Os DDO podem complicar-se com neuropatia óptica isquémica anterior, neovasos subretinianos, oclusões vasculares e corioretinopatia central serosa peripapilar. Por vezes os DDO associam-se a outras patologias como a Retinite Pigmentar, o Pseudoxantoma elástico e estrias angióides ou o síndrome de Alargille. Não existe tratamento para os DDO, devendo no entanto as complicações ser tratadas. Documenta-se e discute-se o caso clínico de uma doente de 47 anos de idade sob terapêutica com hidroxicloroquina e quadro de pseudopapiledema por DDO. |
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