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Comércio internacional e investimento directo estrangeiro : o caso da indústria portuguesa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste trabalho faz-se uma análise descritiva das teorias tradicionais do comércio internacional, que assumem, por hipótese, a imobilidade factorial. Analisa-se o efeito sobre o comércio internacional quando se introduz a hipótese da mobilidade factoria num modelo neo-clássico de equilíbrio geral. A relação estabelecida entre a mobilidade do factor capital, materializada no IDE, e o comércio internacional pode ser de dois tipos: substituibilidade e a complementaridade. E é sobre estas duas perspectivas que se apresenta a introdução da hipótese da mobilidade factorial. Face ao distanciamento daqueles modelos da presente realidade, em que as EMN representam um papel cada vez mais importante nas economias e em que são as principais responsáveis pela mobilidade do factor capital, as novas teorias do comércio internacional procuram introduzir as EMN nos modelos explicativos do comércio internacional e, assim, explicar o comércio que emerge entre os países bem como definir a relação entre o comércio internacional e o IDE. Estas novas propostas não conseguem explicar cabalmente as razões que levam as empresas a investir no estrangeiro, daí a importância das teorias do investimento estrangeiro para enumerar os factores determinantes do IDE. No final, é apresentado um estudo empírico sobre o comércio internacional e o IDE para a indústria transformadora portuguesa, no período 1994-1997, onde se procuram as determinantes e o tipo de relacionamento que se estabelece entre o IDE e as exportações.
Autores principais:Tavares, Aida Isabel Pereira
Assunto:Comércio internacional Investimento Directo Estrangeiro Empresas multinacionais Indústria transformadora Portugal International trade Foreign Direct Investment Multinational corporations Manufacturing industries Portugal
Ano:2000
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Neste trabalho faz-se uma análise descritiva das teorias tradicionais do comércio internacional, que assumem, por hipótese, a imobilidade factorial. Analisa-se o efeito sobre o comércio internacional quando se introduz a hipótese da mobilidade factoria num modelo neo-clássico de equilíbrio geral. A relação estabelecida entre a mobilidade do factor capital, materializada no IDE, e o comércio internacional pode ser de dois tipos: substituibilidade e a complementaridade. E é sobre estas duas perspectivas que se apresenta a introdução da hipótese da mobilidade factorial. Face ao distanciamento daqueles modelos da presente realidade, em que as EMN representam um papel cada vez mais importante nas economias e em que são as principais responsáveis pela mobilidade do factor capital, as novas teorias do comércio internacional procuram introduzir as EMN nos modelos explicativos do comércio internacional e, assim, explicar o comércio que emerge entre os países bem como definir a relação entre o comércio internacional e o IDE. Estas novas propostas não conseguem explicar cabalmente as razões que levam as empresas a investir no estrangeiro, daí a importância das teorias do investimento estrangeiro para enumerar os factores determinantes do IDE. No final, é apresentado um estudo empírico sobre o comércio internacional e o IDE para a indústria transformadora portuguesa, no período 1994-1997, onde se procuram as determinantes e o tipo de relacionamento que se estabelece entre o IDE e as exportações.