Publicação
Fitoterapia no tratamento da asma
| Resumo: | A asma consiste numa inflamação crónica das vias aéreas superiores, o que origina uma limitação no fluxo de ar ao qual se associa, normalmente, um aumento da reatividade brônquica e, consequentemente, alterações estruturais nas vias aéreas. Esta patologia afeta cerca de 300 milhões de pessoas e, a sua sintomatologia caracteriza-se por: dispneia, sibilância, opressão torácica e tosse. A terapêutica clássica consiste numa abordagem de manutenção da doença, possibilitando ao doente asmático não ter sintomatologia, minimizando assim, o risco de agudizações, quando aplicada corretamente a terapêutica de controlo e de alívio. A fitoterapia consiste na utilização de plantas medicinais com propriedades preventivas ou curativas, sendo muitas vezes uma terapêutica coadjuvante da medicina convencional. No que diz respeito à associação com a terapêutica para a asma, estudos comprovam que existem várias plantas medicinais cujos compostos ativos apresentam atividade capaz de melhorar a sintomatologia apresentada pelos doentes. Estes compostos apresentam-se sob diversas formas, desde flavonoides a monoterpenos e, apresentam no seu conjunto propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e antiasmáticas, capazes de fazer a modulação do sistema imunitário do doente. São apresentadas três plantas medicinais com propriedades antiasmáticas: Eucalyptus spp., Nigella sativa e Curcuma longa, que representam no seu conjunto uma abordagem fitoterápica clássica e inovadora. Neste sentido, foi feita uma revisão sistemática da literatura para apresentar cada espécie, os seus compostos com atividade terapêutica, estudos clínicos efetuados para comprovar as propriedades desejadas e, de que maneira se apresentam neste momento no mercado. |
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| Autores principais: | Rebelo, Ana Rita Nascimento |
| Assunto: | Fitoterapia Asma Complementaridade terapêutica Suplementos Imunomodulação Mestrado Integrado - 2023 |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A asma consiste numa inflamação crónica das vias aéreas superiores, o que origina uma limitação no fluxo de ar ao qual se associa, normalmente, um aumento da reatividade brônquica e, consequentemente, alterações estruturais nas vias aéreas. Esta patologia afeta cerca de 300 milhões de pessoas e, a sua sintomatologia caracteriza-se por: dispneia, sibilância, opressão torácica e tosse. A terapêutica clássica consiste numa abordagem de manutenção da doença, possibilitando ao doente asmático não ter sintomatologia, minimizando assim, o risco de agudizações, quando aplicada corretamente a terapêutica de controlo e de alívio. A fitoterapia consiste na utilização de plantas medicinais com propriedades preventivas ou curativas, sendo muitas vezes uma terapêutica coadjuvante da medicina convencional. No que diz respeito à associação com a terapêutica para a asma, estudos comprovam que existem várias plantas medicinais cujos compostos ativos apresentam atividade capaz de melhorar a sintomatologia apresentada pelos doentes. Estes compostos apresentam-se sob diversas formas, desde flavonoides a monoterpenos e, apresentam no seu conjunto propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e antiasmáticas, capazes de fazer a modulação do sistema imunitário do doente. São apresentadas três plantas medicinais com propriedades antiasmáticas: Eucalyptus spp., Nigella sativa e Curcuma longa, que representam no seu conjunto uma abordagem fitoterápica clássica e inovadora. Neste sentido, foi feita uma revisão sistemática da literatura para apresentar cada espécie, os seus compostos com atividade terapêutica, estudos clínicos efetuados para comprovar as propriedades desejadas e, de que maneira se apresentam neste momento no mercado. |
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