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Investigação-ação na formação contínua de educadoras de infância

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo centra-se num estudo sobre formação de educadoras de infância, na temática da mediação de conflitos. A metodologia utilizada foi essencialmente de natureza qualitativa, envolvendo a realização de um estudo de caso de investigação-ação. Os principais objetivos foram compreender como é que a investigação-ação em contexto colaborativo se constitui como modalidade de formação de educadoras participantes no domínio da gestão de conflitos e compreender as repercussões da formação, nomeadamente nas práticas das educadoras, tal como são percecionadas pelas próprias. Os resultados apontam para mudanças nas perspetivas e práticas das educadoras relativas ao conflito entre crianças, nomeadamente no sentido de estarem mais atentas à ocorrência das situações, se sentirem mais competentes para lidar com essas situações e de desenvolverem estratégias mediadoras favorecedoras, nas crianças, de uma maior autonomia e de atitudes e valores de respeito, responsabilidade, aceitação da diferença e interajuda.
Autores principais:Sobral, Catarina
Outros Autores:Caetano, Ana
Assunto:Investigação-ação Formação de professores Mediação de conflitos
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este artigo centra-se num estudo sobre formação de educadoras de infância, na temática da mediação de conflitos. A metodologia utilizada foi essencialmente de natureza qualitativa, envolvendo a realização de um estudo de caso de investigação-ação. Os principais objetivos foram compreender como é que a investigação-ação em contexto colaborativo se constitui como modalidade de formação de educadoras participantes no domínio da gestão de conflitos e compreender as repercussões da formação, nomeadamente nas práticas das educadoras, tal como são percecionadas pelas próprias. Os resultados apontam para mudanças nas perspetivas e práticas das educadoras relativas ao conflito entre crianças, nomeadamente no sentido de estarem mais atentas à ocorrência das situações, se sentirem mais competentes para lidar com essas situações e de desenvolverem estratégias mediadoras favorecedoras, nas crianças, de uma maior autonomia e de atitudes e valores de respeito, responsabilidade, aceitação da diferença e interajuda.