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Obstrução nasal e o desporto

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A obstrução nasal é bastante comum podendo afectar cerca de 40% da população. Portugal tem uma elevada prevalência de rinite e simultaneamente é dos países da União Europeia com maior sedentarismo. Embora perante a epidemia das doenças de estilo de vida como a obesidade ou a hipertensão arterial (e estando documentada a importância do exercício físico para a sua prevenção ou controlo), o elevado sedentarismo português faz questionar se as patologias otorrinolaringológicas influenciam esta diminuta actividade física na nossa população. Assim apresenta-se uma revisão das principais causas de obstrução nasal, sua etiologia, diagnóstico e terapêutica e exploram-se também hipóteses que possam clarificar a influência que a obstrução nasal trará para a performance desportiva. Na maioria dos casos, uma história clínica concisa e um exame objectivo dirigido poderão levar-nos ao diagnóstico. O seu tratamento quando não passa pela cirurgia pode ser controlado com o uso de corticoides tópicos nasais ou anti-histamínicos sem dano para o desempenho do atleta competidor em provas com controlo anti-doping. Tendo uma base fisiopatológica, diagnóstico e tratamento tão acessíveis, mas um enorme impacto na qualidade de vida, torna-se imperativo dar a conhecer como gerir estas patologias na vista de um clínico geral.
Autores principais:Madaleno, Margarida Pereira da Silva Guerra, 1991-
Assunto:Obstrução nasal Desporto Otorrinolaringologia
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A obstrução nasal é bastante comum podendo afectar cerca de 40% da população. Portugal tem uma elevada prevalência de rinite e simultaneamente é dos países da União Europeia com maior sedentarismo. Embora perante a epidemia das doenças de estilo de vida como a obesidade ou a hipertensão arterial (e estando documentada a importância do exercício físico para a sua prevenção ou controlo), o elevado sedentarismo português faz questionar se as patologias otorrinolaringológicas influenciam esta diminuta actividade física na nossa população. Assim apresenta-se uma revisão das principais causas de obstrução nasal, sua etiologia, diagnóstico e terapêutica e exploram-se também hipóteses que possam clarificar a influência que a obstrução nasal trará para a performance desportiva. Na maioria dos casos, uma história clínica concisa e um exame objectivo dirigido poderão levar-nos ao diagnóstico. O seu tratamento quando não passa pela cirurgia pode ser controlado com o uso de corticoides tópicos nasais ou anti-histamínicos sem dano para o desempenho do atleta competidor em provas com controlo anti-doping. Tendo uma base fisiopatológica, diagnóstico e tratamento tão acessíveis, mas um enorme impacto na qualidade de vida, torna-se imperativo dar a conhecer como gerir estas patologias na vista de um clínico geral.