Publicação
Retratos sociais do quotidiano de homens com 80 e mais anos
| Resumo: | O processo de envelhecimento suscita alterações nas rotinas diárias e familiares. Viver mais anos exige que se considerem essas implicações nas fases mais avançadas, contemplando dificuldades e necessidades à medida que a vulnerabilidade aumenta. Esta pesquisa centrou-se num conjunto de homens 80+, em contexto urbano (município português de Odivelas), objetivando identificar e analisar as suas estratégias de ocupação do tempo e participação social. Foi realizado um inquérito por entrevista e efetuado o mapeamento dos roteiros relativos à utilização de serviços e recursos, através do software ArcGIS. Verificámos que os níveis de participação social e a perceção do processo de envelhecimento eram condicionados por hábitos, rotinas e práticas individuais ao longo da vida ativa. Os inquiridos com práticas saudáveis, que mantêm os índices de participação social, revelam uma manutenção dos objetivos, encaram o futuro com otimismo e efetuam uma melhor autoavaliação da saúde. Por sua vez, a rede formal/informal, as condições habitacionais e a deslocação por meios próprios levam a uma maior autonomia e independência. |
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| Autores principais: | Bárrios, Maria João |
| Outros Autores: | FAUSTINO, CLÁUDIO |
| Assunto: | Envelhecimento masculino, participação social, longevidade |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O processo de envelhecimento suscita alterações nas rotinas diárias e familiares. Viver mais anos exige que se considerem essas implicações nas fases mais avançadas, contemplando dificuldades e necessidades à medida que a vulnerabilidade aumenta. Esta pesquisa centrou-se num conjunto de homens 80+, em contexto urbano (município português de Odivelas), objetivando identificar e analisar as suas estratégias de ocupação do tempo e participação social. Foi realizado um inquérito por entrevista e efetuado o mapeamento dos roteiros relativos à utilização de serviços e recursos, através do software ArcGIS. Verificámos que os níveis de participação social e a perceção do processo de envelhecimento eram condicionados por hábitos, rotinas e práticas individuais ao longo da vida ativa. Os inquiridos com práticas saudáveis, que mantêm os índices de participação social, revelam uma manutenção dos objetivos, encaram o futuro com otimismo e efetuam uma melhor autoavaliação da saúde. Por sua vez, a rede formal/informal, as condições habitacionais e a deslocação por meios próprios levam a uma maior autonomia e independência. |
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