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Efeitos secundários da utilização de CPAP em doentes com síndrome da apneia obstrutiva do sono : uma revisão narrativa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) é uma doença respiratória do sono com uma prevalência de cerca de 3 a 7% na idade adulta. Tem impacto considerável na mortalidade e morbilidade, afectando significamente a qualidade de vida dos doentes. A terapia gold-standard é ventiloterapia não invasiva com pressão de ar positiva continua (CPAP). Pelo impato fisico, social e económico da SAOS consideramos importante um estudo que reúna as conclusões até ao presente acerca dos efeitos secundários da sua terapia de primeira linha. Assim, através desta revisão narrativa conseguimos perceber que os efeitos adversos, nomeadamente ataques esternutatórios, congestão nasal, xerostomia, entre outros, são frequentes e incomodativos, podendo interferir com a adesão terapêutica. Consideramos que a abordagem a esta doença deverá ser ampla, pois é indissociável dos efeitos secundários que o CPAP provoca e dos fatores de risco para os mesmos.
Autores principais:Côrte-Real, Beatriz Romão
Assunto:Síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS) Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas (CPAP) Efeito secundário Otorrinolaringologia
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) é uma doença respiratória do sono com uma prevalência de cerca de 3 a 7% na idade adulta. Tem impacto considerável na mortalidade e morbilidade, afectando significamente a qualidade de vida dos doentes. A terapia gold-standard é ventiloterapia não invasiva com pressão de ar positiva continua (CPAP). Pelo impato fisico, social e económico da SAOS consideramos importante um estudo que reúna as conclusões até ao presente acerca dos efeitos secundários da sua terapia de primeira linha. Assim, através desta revisão narrativa conseguimos perceber que os efeitos adversos, nomeadamente ataques esternutatórios, congestão nasal, xerostomia, entre outros, são frequentes e incomodativos, podendo interferir com a adesão terapêutica. Consideramos que a abordagem a esta doença deverá ser ampla, pois é indissociável dos efeitos secundários que o CPAP provoca e dos fatores de risco para os mesmos.