Publicação

A crise financeira e o impacto da taxa de câmbio em investimentos no mercado accionista

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho tem como objectivo avaliar o impacto da taxa de câmbio na estrutura, rendibilidade e risco de carteiras óptimas de acções internacionais construídas com base num conjunto de índices de diversos países. Além disso, também se analisou o impacto da crise dos mercados financeiros de 2009 na constituição de carteiras óptimas. Para esse fim utilizou-se uma amostra constituída pelas cotações diárias de índices representativos de onze países da zona euro, Reino Unido, Suíça, Japão e EUA referente ao período compreendido entre Janeiro de 2007 e Junho de 2012. Como metodologia utilizou-se a comparação das rendibilidades e do Índice de Sharpe, da carteira óptima, avaliados nas diferentes moedas. Na análise efectuada concluiu-se que as variações nas taxas de câmbio influenciam a estrutura e a rendibilidade das carteiras óptimas. Não obstante, constatou-se que essa influência não é globalmente relevante ao analisar a significância estatística do impacto das taxas de câmbio através da ANOVA. Ao testar a significância estatística das diferenças entre pares de moedas relativamente à rendibilidade e ao Índice de Sharpe chegou-se praticamente às mesmas conclusões em ambos os casos, ou seja, a não existência de diferenças estatisticamente relevantes.
Autores principais:Miguel, João Tiago Franco
Assunto:Investimentos em Acções Carteiras de Acções Impacto da Taxa de Câmbio Diversificação Internacional Carteiras Stock investment Private Equity Portfolio Impact of Exchange Rate International Portfolio Diversification
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este trabalho tem como objectivo avaliar o impacto da taxa de câmbio na estrutura, rendibilidade e risco de carteiras óptimas de acções internacionais construídas com base num conjunto de índices de diversos países. Além disso, também se analisou o impacto da crise dos mercados financeiros de 2009 na constituição de carteiras óptimas. Para esse fim utilizou-se uma amostra constituída pelas cotações diárias de índices representativos de onze países da zona euro, Reino Unido, Suíça, Japão e EUA referente ao período compreendido entre Janeiro de 2007 e Junho de 2012. Como metodologia utilizou-se a comparação das rendibilidades e do Índice de Sharpe, da carteira óptima, avaliados nas diferentes moedas. Na análise efectuada concluiu-se que as variações nas taxas de câmbio influenciam a estrutura e a rendibilidade das carteiras óptimas. Não obstante, constatou-se que essa influência não é globalmente relevante ao analisar a significância estatística do impacto das taxas de câmbio através da ANOVA. Ao testar a significância estatística das diferenças entre pares de moedas relativamente à rendibilidade e ao Índice de Sharpe chegou-se praticamente às mesmas conclusões em ambos os casos, ou seja, a não existência de diferenças estatisticamente relevantes.