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A influência da depressão pós-parto na perceção materna do bebé : aspetos subjetivos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivo: O presente estudo tem como principal objetivo testar a possível influência da depressão pós-parto na perceção materna relativa ao bebé, no que respeita às componentes comportamentais, emocionais e relacionais da interação precoce. Amostra: O estudo conta com 71 participantes, mães de bebés entre os seis e os doze meses, com idades compreendidas entre os 21 e 40 anos. A amostra foi recolhida através da plataforma Qualtrics. Instrumentos: Foi apresentada a Folha de Consentimento Informado. Após a sua leitura, as participantes eram convidadas a assinar este documento. Depois de este procedimento, as participantes passaram ao preenchimento do Questionário Sociodemográfico e Clínico e dos seguintes instrumentos: Escala de Depressão Pós Parto de Edinburgh (EPDS); Inventário da Perceção Materna da Intersubjetividade do Bebé na Relação Precoce (IPMIBRP); Questionário da Diferença Bebé Imaginário/Bebé Real (QDBIBR) e, por fim, Questionário das Características do Bebé (QCB). Hipóteses: Espera-se que a variável depressão pós-parto apresente contributos significativos para a explicação da variância estatística das variáveis dependentes perceção materna da participação do bebé na intersubjetividade da díade, temperamento do bebé e diferença entre bebé imaginário e bebé real. Resultados: As hipóteses específicas confirmadas foram a 3, 4, 5, 6 (diferença bebé imaginário vs. bebé real) e 9 (escala completa do temperamento do bebé). As hipóteses 1 e 2 não se confirmaram; a depressão pós-parto não influencia de forma significativa a perceção da intersubjetividade nem da competência do bebé na relação mãe-bebé. As hipóteses 7 e 8 também foram rejeitadas; não se verificando um contributo significativo relativamente às subescalas da perceção do temperamento do bebé.
Autores principais:Noronha, Neuza Patrícia Nascimento
Assunto:Depressão pós-parto Relação mãe-bebé Intersubjectividade Temperamento do bebé Teses de mestrado - 2021
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Objetivo: O presente estudo tem como principal objetivo testar a possível influência da depressão pós-parto na perceção materna relativa ao bebé, no que respeita às componentes comportamentais, emocionais e relacionais da interação precoce. Amostra: O estudo conta com 71 participantes, mães de bebés entre os seis e os doze meses, com idades compreendidas entre os 21 e 40 anos. A amostra foi recolhida através da plataforma Qualtrics. Instrumentos: Foi apresentada a Folha de Consentimento Informado. Após a sua leitura, as participantes eram convidadas a assinar este documento. Depois de este procedimento, as participantes passaram ao preenchimento do Questionário Sociodemográfico e Clínico e dos seguintes instrumentos: Escala de Depressão Pós Parto de Edinburgh (EPDS); Inventário da Perceção Materna da Intersubjetividade do Bebé na Relação Precoce (IPMIBRP); Questionário da Diferença Bebé Imaginário/Bebé Real (QDBIBR) e, por fim, Questionário das Características do Bebé (QCB). Hipóteses: Espera-se que a variável depressão pós-parto apresente contributos significativos para a explicação da variância estatística das variáveis dependentes perceção materna da participação do bebé na intersubjetividade da díade, temperamento do bebé e diferença entre bebé imaginário e bebé real. Resultados: As hipóteses específicas confirmadas foram a 3, 4, 5, 6 (diferença bebé imaginário vs. bebé real) e 9 (escala completa do temperamento do bebé). As hipóteses 1 e 2 não se confirmaram; a depressão pós-parto não influencia de forma significativa a perceção da intersubjetividade nem da competência do bebé na relação mãe-bebé. As hipóteses 7 e 8 também foram rejeitadas; não se verificando um contributo significativo relativamente às subescalas da perceção do temperamento do bebé.