Publicação
Repercussões electrocardiográficas em canídeos com doença mixomatosa da válvula mitral avaliados ecocardiograficamente
| Resumo: | A doença mixomatosa degenerativa da válvula mitral (DMVM) é a doença cardiovascular adquirida mais comum em cães. A sobrecarga de volume consequente à doença promove remodelação cardíaca com dilatação do átrio esquerdo (AE) e hipertrofia excêntrica (HE) do ventrículo esquerdo (VE). O objetivo deste estudo passou por avaliar as repercussões dessa remodelação no eletrocardiograma (ECG). Para tal foram avaliados ecocardiograficamente 37 canídeos com DMVM nos estadios B1, B2 e C segundo a classificação da ACVIM, com posterior avaliação eletrocardiográfica. Verificou-se que o ECG apresenta pouca sensibilidade na deteção do alargamento do AE (33,3%) e do VE (4,3%) e elevada especificidade em ambos. A frequência cardíaca (FC) tendeu a aumentar com a gravidade da insuficiência cardíaca (IC), assim como a prevalência de alterações patológicas do ritmo. |
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| Autores principais: | Baptista, Sandra Isabel Pereira |
| Assunto: | Doença mixomatosa da válvula mitral remodelação cardíaca eletrocardiografia sobrecarga de volume dilatação atrial esquerda hipertrofia excêntrica myxomatous mitral valve disease cardiac remodelling electrocardiography volume overload left atrial dilatation eccentric hypertrophy |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A doença mixomatosa degenerativa da válvula mitral (DMVM) é a doença cardiovascular adquirida mais comum em cães. A sobrecarga de volume consequente à doença promove remodelação cardíaca com dilatação do átrio esquerdo (AE) e hipertrofia excêntrica (HE) do ventrículo esquerdo (VE). O objetivo deste estudo passou por avaliar as repercussões dessa remodelação no eletrocardiograma (ECG). Para tal foram avaliados ecocardiograficamente 37 canídeos com DMVM nos estadios B1, B2 e C segundo a classificação da ACVIM, com posterior avaliação eletrocardiográfica. Verificou-se que o ECG apresenta pouca sensibilidade na deteção do alargamento do AE (33,3%) e do VE (4,3%) e elevada especificidade em ambos. A frequência cardíaca (FC) tendeu a aumentar com a gravidade da insuficiência cardíaca (IC), assim como a prevalência de alterações patológicas do ritmo. |
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