Publicação
Os suplementos alimentares no doente oncológico
| Resumo: | As doenças oncológicas são das causas de morte mais prevalentes no mundo e o número de novos casos aumenta anualmente. Os doentes oncológicos são submetidos a vários tipos de tratamentos que estão associados a efeitos adversos muito severos que comprometem a sua qualidade de vida. Apesar da ciência ter evoluído e os tratamentos de cancro serem cada vez mais inovadores e eficazes, os doentes oncológicos procuram terapias alternativas considerando que estas complementarão os tratamentos médicos, minimizando os efeitos secundários e reforçando o seu sistema imunitário e de uma forma geral, melhorando a sua qualidade de vida. O mercado dos suplementos alimentares tem vindo a crescer exponencialmente, sendo que 20 a 85% dos doentes oncológicos os escolhem como complemento aos tratamentos convencionais. Desta forma, deve ser considerado de extrema importância garantir informação e segurança adequadas relativamente ao uso destes produtos, não só dos possíveis benefícios, mas também alertar para interações e riscos associados. No entanto, os suplementos alimentares são de acesso livre e os doentes muitas das vezes não reportam aos profissionais de saúde que os acompanham que tomam suplementos alimentares, o que cria uma lacuna na comunicação entre o doente e o médico ou farmacêutico. Esta situação pode tornar-se preocupante uma vez que alguns suplementos alimentares interagem com a terapêutica oncológica ou podem estar contraindicados em algumas situações. Desta forma, alguns suplementos alimentares podem ter um impacto negativo no desenvolvimento da doença e/ou piorar a qualidade de vida dos doentes. |
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| Autores principais: | Hipólito, Mariana Lourenço Domingos |
| Assunto: | Doentes oncológicos Suplementos alimentares Cancro Mestrado integrado - 2021 |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | As doenças oncológicas são das causas de morte mais prevalentes no mundo e o número de novos casos aumenta anualmente. Os doentes oncológicos são submetidos a vários tipos de tratamentos que estão associados a efeitos adversos muito severos que comprometem a sua qualidade de vida. Apesar da ciência ter evoluído e os tratamentos de cancro serem cada vez mais inovadores e eficazes, os doentes oncológicos procuram terapias alternativas considerando que estas complementarão os tratamentos médicos, minimizando os efeitos secundários e reforçando o seu sistema imunitário e de uma forma geral, melhorando a sua qualidade de vida. O mercado dos suplementos alimentares tem vindo a crescer exponencialmente, sendo que 20 a 85% dos doentes oncológicos os escolhem como complemento aos tratamentos convencionais. Desta forma, deve ser considerado de extrema importância garantir informação e segurança adequadas relativamente ao uso destes produtos, não só dos possíveis benefícios, mas também alertar para interações e riscos associados. No entanto, os suplementos alimentares são de acesso livre e os doentes muitas das vezes não reportam aos profissionais de saúde que os acompanham que tomam suplementos alimentares, o que cria uma lacuna na comunicação entre o doente e o médico ou farmacêutico. Esta situação pode tornar-se preocupante uma vez que alguns suplementos alimentares interagem com a terapêutica oncológica ou podem estar contraindicados em algumas situações. Desta forma, alguns suplementos alimentares podem ter um impacto negativo no desenvolvimento da doença e/ou piorar a qualidade de vida dos doentes. |
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