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Pernambuco e a companhia geral do comércio do Brasil

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Rendeu-se o Recife holandês em Janeiro de 1654, graças ao auxílio das forças navais da Companhia Geral do Comércio do Brasil, instituída em Março de 1649 para dar escolta ao tráfego brasileiro. Depondo as armas diante do aparato naval sustentado pela empresa, a potência ocupante punha fim a nove anos de uma guerra de desfecho indeciso, alimentada pelas receitas geradas no açúcar que, apesar do corso holandês, se escoava em direcção à Europa através dos pequenos portos recuperados pelos luso-brasileiros. Fica por esclarecer, contudo, quem suportava essa Companhia libertadora e quais os interesses em jogo para que, volvidos cinco anos após a sua fundação, se tornasse oportuna a intervenção das suas forças militarizadas na guerra em Pernambuco.
Autores principais:Costa, Leonor Freire
Assunto:Pernambuco Companhia Geral do Comércio Guerra Libertação Recife holandês (Séc. XVII) Brasil
Ano:2000
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Rendeu-se o Recife holandês em Janeiro de 1654, graças ao auxílio das forças navais da Companhia Geral do Comércio do Brasil, instituída em Março de 1649 para dar escolta ao tráfego brasileiro. Depondo as armas diante do aparato naval sustentado pela empresa, a potência ocupante punha fim a nove anos de uma guerra de desfecho indeciso, alimentada pelas receitas geradas no açúcar que, apesar do corso holandês, se escoava em direcção à Europa através dos pequenos portos recuperados pelos luso-brasileiros. Fica por esclarecer, contudo, quem suportava essa Companhia libertadora e quais os interesses em jogo para que, volvidos cinco anos após a sua fundação, se tornasse oportuna a intervenção das suas forças militarizadas na guerra em Pernambuco.