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Essays on Macroeconomic Policy

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Resumo:Neste trabalho discute-se a política macroeconómica da União Europeia. Construiu-se um modelo estocástico dinâmico de equilíbrio geral com rigidez de preços. Introduziu-se uma nova regra de política monetária para o Banco Central Europeu. O modelo permite quantificar o Bem-Estar Social, relativamente à melhor escolha de regime monetário para os consumidores; ter um Banco Central autónomo ou pertencer à Zona Euro. O modelo foi calibrado para seis países que ainda não aderiram ao Euro, nomeadamente, Dinamarca, Hungria, Polónia, República Checa, Reino Unido e Suécia. Embora dois deles tenham uma cláusula de opt-out, as restantes economias terão que no futuro aderir ao Euro. Os resultados são conclusivos, e robustos a variações em parâmetros: todas as economias preferem manter a autonomia da política monetária. Analisam-se também outras uniões monetárias, tais como Alemanha, Canadá, Suíça e E.U.A., tirando-se inferências para a construção Europeia. São analisadas as correlações regionais de ciclos económicos, e testada a existência de regiões periféricas. As diferenças entre estas economias e a União Europeia são pouco significativas; a construção Europeia em termos das variáveis analisadas parece ser tão viável como a construção das referidas economias. Assim, a perda da autonomia da política monetária, não será um custo tão elevado a suportar.
Autores principais:Ferreira-Lopes, Alexandra
Assunto:Política Monetária na Zona Euro Modelos Dinâmicos e Estocásticos de Equilíbrio Geral Custos de Bem-Estar de Adesão ao Euro Níveis de Integração Económica Sincronização de Ciclos Económicos Análise de Clusters Monetary Policy in the Eurozone Dynamic General Equilibrium Models Welfare Costs of Joining the Euro Levels of Economic Integration Levels of Economic Integration Business Cycle Synchronization Cluster Analysis
Ano:2007
País:Portugal
Tipo de documento:tese de doutoramento
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:inglês
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Neste trabalho discute-se a política macroeconómica da União Europeia. Construiu-se um modelo estocástico dinâmico de equilíbrio geral com rigidez de preços. Introduziu-se uma nova regra de política monetária para o Banco Central Europeu. O modelo permite quantificar o Bem-Estar Social, relativamente à melhor escolha de regime monetário para os consumidores; ter um Banco Central autónomo ou pertencer à Zona Euro. O modelo foi calibrado para seis países que ainda não aderiram ao Euro, nomeadamente, Dinamarca, Hungria, Polónia, República Checa, Reino Unido e Suécia. Embora dois deles tenham uma cláusula de opt-out, as restantes economias terão que no futuro aderir ao Euro. Os resultados são conclusivos, e robustos a variações em parâmetros: todas as economias preferem manter a autonomia da política monetária. Analisam-se também outras uniões monetárias, tais como Alemanha, Canadá, Suíça e E.U.A., tirando-se inferências para a construção Europeia. São analisadas as correlações regionais de ciclos económicos, e testada a existência de regiões periféricas. As diferenças entre estas economias e a União Europeia são pouco significativas; a construção Europeia em termos das variáveis analisadas parece ser tão viável como a construção das referidas economias. Assim, a perda da autonomia da política monetária, não será um custo tão elevado a suportar.