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O imperativo bioclimático na arquitetura

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Um dos temas prevalentes na atualidade prende-se com a sustentabilidade ambiental, que aliado ao aumento populacional continuo registado no planeta e consequente aumento do consumo de recursos, leva a um problema de solução complexa. Todas as ciências têm hoje uma preocupação em seguir de perto estas temáticas de modo a encontrar um equilíbrio harmonioso dos padrões de conforto do Homem com as necessidades ambientais, e a arquitetura não é exceção. A asserção deste estudo tem por objetivo delinear uma solução na cidade de Lisboa. Neste sentido, é priorizada a sustentabilidade ambiental da mesma e estabelecendo-a como um ponto social convergente, de utilização privada e pública. Apresenta-se então o plano de desenvolvimento com espaços destinados aos serviços e comércio no piso térreo e no 1º piso, áreas de coworking e co-living no 3º piso e habitações de tipologia T2 nos últimos 4. Nos espaços destinados à habitação foi dada uma enfâse adicional ao conceito de Arquitetura dos dias de hoje, sendo estes locais que ambicionam preservar o ambiente e proporcionar uma climatização, utilização funcional e padronização de conforto passíveis de se enquadrar no estilo de vida atual, e colocando em prática um modelo de alimentação energético baseado em energias renováveis.
Autores principais:Ferreira, Beatriz Lopes
Assunto:reabilitação urbana eficiência energética arquitetura bioclimática (casa passiva)
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Um dos temas prevalentes na atualidade prende-se com a sustentabilidade ambiental, que aliado ao aumento populacional continuo registado no planeta e consequente aumento do consumo de recursos, leva a um problema de solução complexa. Todas as ciências têm hoje uma preocupação em seguir de perto estas temáticas de modo a encontrar um equilíbrio harmonioso dos padrões de conforto do Homem com as necessidades ambientais, e a arquitetura não é exceção. A asserção deste estudo tem por objetivo delinear uma solução na cidade de Lisboa. Neste sentido, é priorizada a sustentabilidade ambiental da mesma e estabelecendo-a como um ponto social convergente, de utilização privada e pública. Apresenta-se então o plano de desenvolvimento com espaços destinados aos serviços e comércio no piso térreo e no 1º piso, áreas de coworking e co-living no 3º piso e habitações de tipologia T2 nos últimos 4. Nos espaços destinados à habitação foi dada uma enfâse adicional ao conceito de Arquitetura dos dias de hoje, sendo estes locais que ambicionam preservar o ambiente e proporcionar uma climatização, utilização funcional e padronização de conforto passíveis de se enquadrar no estilo de vida atual, e colocando em prática um modelo de alimentação energético baseado em energias renováveis.