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Francisco Ribeiro: determinação e circunstância: cenas de um percurso de teatro, 1936-1960

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Francisco Ribeiro (1912-1984) actor, encenador, empresário, mestre de várias gerações de actores foi uma figura proeminente no teatro em Portugal durante o Estado Novo. Este trabalho analisa o seu percurso na cena portuguesa durante o período em que foi considerado mais profícuo, entre 1936 e 1960. Esta baliza temporal engloba a sua participação no teatro ligeiro, no teatro de revista, nos cinco primeiros anos do Teatro do Povo (1936-1940), n’Os Comediantes de Lisboa, no Teatro do Centro Universitário de Lisboa da Mocidade Portuguesa, na renovação do Teatro do Povo (1952-1955), na Companhia Rey Colaço – Robles Monteiro e, finalmente, o Teatro Nacional Popular, companhia da qual foi empresário. Dentro das possibilidades oferecidas pela documentação consultada, esta investigação procura caracterizar este homem de teatro nas diversas vertentes da sua actividade, isto é, enquanto encenador, actor, mestre de actores e empresário. Procura ainda clarificar o seu contacto frequentemente ambíguo com o poder político e sublinha alguns aspectos da relação do teatro com a sociedade perceptíveis na sua carreira, cotejando-os com os diversos momentos históricos que atravessou. Realça-se também a forte influência do teatro francês sobre a figura em apreço e a permanência de práticas teatrais passadas não obstante os traços de inovação presentes no itinerário estudado.
Autores principais:Patrão, Ana Sofia Soares Caldeira
Assunto:Ribeiro, Francisco, 1912-1984 Actores - Portugal - séc.20 Encenadores - Portugal - séc.20 Teatro - Portugal - séc.20 Teses de mestrado - 2012
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Francisco Ribeiro (1912-1984) actor, encenador, empresário, mestre de várias gerações de actores foi uma figura proeminente no teatro em Portugal durante o Estado Novo. Este trabalho analisa o seu percurso na cena portuguesa durante o período em que foi considerado mais profícuo, entre 1936 e 1960. Esta baliza temporal engloba a sua participação no teatro ligeiro, no teatro de revista, nos cinco primeiros anos do Teatro do Povo (1936-1940), n’Os Comediantes de Lisboa, no Teatro do Centro Universitário de Lisboa da Mocidade Portuguesa, na renovação do Teatro do Povo (1952-1955), na Companhia Rey Colaço – Robles Monteiro e, finalmente, o Teatro Nacional Popular, companhia da qual foi empresário. Dentro das possibilidades oferecidas pela documentação consultada, esta investigação procura caracterizar este homem de teatro nas diversas vertentes da sua actividade, isto é, enquanto encenador, actor, mestre de actores e empresário. Procura ainda clarificar o seu contacto frequentemente ambíguo com o poder político e sublinha alguns aspectos da relação do teatro com a sociedade perceptíveis na sua carreira, cotejando-os com os diversos momentos históricos que atravessou. Realça-se também a forte influência do teatro francês sobre a figura em apreço e a permanência de práticas teatrais passadas não obstante os traços de inovação presentes no itinerário estudado.