Publicação
A UNIVERSIDADE E O TRABALHO INFANTIL: A produção docente sobre o trabalho infantil na Universidade Federal de Santa Catarina e na Universidade Técnica de Lisboa.
| Resumo: | O problema do trabalho infantil atinge atualmente cerca de 400 milhões de crianças no mundo, e vem preocupando diversas organizações governamentais e não governamentais, bem como, outras entidades de vários países, principalmente nas sociedades que buscam um modelo democrático e mais justo de organização. A partir das últimas décadas cresceu a atenção para as consequências desse fenómeno, tanto no que respeita a saúde e futuro das crianças, quanto ao desenvolvimento da sociedade. O trabalho infantil vem relacionado à pobreza, à má qualidade na educação, à feita de escrúpulos de empregadores, à ignorância e feita de sensibilidade de familiares, à displicência dos governantes, entre outros fetores. Observamos que nos países considerados, Brasil e Portugal, aumenta sempre mais a intolerância quanto ao trabalho infantil por parte de organizações não governamentais e governamentais, imprensa, movimentos sociais que se organizam, elaboram políticas, leis e intervenções com o objetivo de erradicar essa prática e proteger o adolescente da exploração trabalhista. A presente dissertação resultou de uma investigação quanto à contribuição das universidades para a superação deste sério fenómeno, uma vez que lhes cabe, particularmente às públicas, investir em pesquisas que contribuam para o enfrentamento dos problemas que afetam suas respectivas sociedades. Para isso, realizamos revisão da bibliografia, análise de documentos referentes a produção docente na UFSC e na UTL, entrevista com professores, dirigentes e responsáveis de centros de estudos sobre o tema trabalho infantil, nos anos de 1987 a 1996. |
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| Autores principais: | Pinto, Fábio Machado |
| Assunto: | trabalho infantil exploração infantil infância produção do conhecimento universidades política de pesquisa child labour child exploitation childhood production of knowledge universities politics of research |
| Ano: | 1997 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O problema do trabalho infantil atinge atualmente cerca de 400 milhões de crianças no mundo, e vem preocupando diversas organizações governamentais e não governamentais, bem como, outras entidades de vários países, principalmente nas sociedades que buscam um modelo democrático e mais justo de organização. A partir das últimas décadas cresceu a atenção para as consequências desse fenómeno, tanto no que respeita a saúde e futuro das crianças, quanto ao desenvolvimento da sociedade. O trabalho infantil vem relacionado à pobreza, à má qualidade na educação, à feita de escrúpulos de empregadores, à ignorância e feita de sensibilidade de familiares, à displicência dos governantes, entre outros fetores. Observamos que nos países considerados, Brasil e Portugal, aumenta sempre mais a intolerância quanto ao trabalho infantil por parte de organizações não governamentais e governamentais, imprensa, movimentos sociais que se organizam, elaboram políticas, leis e intervenções com o objetivo de erradicar essa prática e proteger o adolescente da exploração trabalhista. A presente dissertação resultou de uma investigação quanto à contribuição das universidades para a superação deste sério fenómeno, uma vez que lhes cabe, particularmente às públicas, investir em pesquisas que contribuam para o enfrentamento dos problemas que afetam suas respectivas sociedades. Para isso, realizamos revisão da bibliografia, análise de documentos referentes a produção docente na UFSC e na UTL, entrevista com professores, dirigentes e responsáveis de centros de estudos sobre o tema trabalho infantil, nos anos de 1987 a 1996. |
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