Publicação
Na rota do ódio: um estudo dos comentários sobre política nas redes sociais
| Resumo: | As questões relacionadas com a activação e disseminação de ódio e desinformação nos debates políticos ganharam especial relevância nos últimos anos devido ao uso das plataformas de redes sociais por um número crescente de utilizadores. A lógica de monetização e a forma como funcionam as redes sociais, amplificando os extremos e aumentando a visibilidade, têm contribuído para acentuar estes problemas que, não sendo novos, pioraram consideravelmente nos últimos anos. A confirmar o impacto das redes sociais na política e na sociedade em geral e respondendo a alguma pressão para a remoção de discursos de ódio e outros conteúdos considerados nocivos, várias plataformas de redes sociais passaram a investir em moderação, quer realizada por humanos, quer por inteligência artificial. Não será também mera coincidência que, entretanto, tenham surgido alternativas ao Facebook e Twitter, como é o caso da CounterSocial, cujo posicionamento estratégico é precisamente a tolerância zero a redes de desinformação e ódio. |
|---|---|
| Autores principais: | Salgado, Susana |
| Assunto: | Ódio Redes sociais |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | As questões relacionadas com a activação e disseminação de ódio e desinformação nos debates políticos ganharam especial relevância nos últimos anos devido ao uso das plataformas de redes sociais por um número crescente de utilizadores. A lógica de monetização e a forma como funcionam as redes sociais, amplificando os extremos e aumentando a visibilidade, têm contribuído para acentuar estes problemas que, não sendo novos, pioraram consideravelmente nos últimos anos. A confirmar o impacto das redes sociais na política e na sociedade em geral e respondendo a alguma pressão para a remoção de discursos de ódio e outros conteúdos considerados nocivos, várias plataformas de redes sociais passaram a investir em moderação, quer realizada por humanos, quer por inteligência artificial. Não será também mera coincidência que, entretanto, tenham surgido alternativas ao Facebook e Twitter, como é o caso da CounterSocial, cujo posicionamento estratégico é precisamente a tolerância zero a redes de desinformação e ódio. |
|---|