Publicação
Regresso ao Futuro: os mares da China meridional e oriental como prenúncio de uma nova ordem (a Pax Sinica)
| Resumo: | Este artigo não visa descrever os interesses dos vários atores que reivindicam a sua parte das águas da China meridional e oriental. Outros já o fizeram. Ao contrário, munidos de uma análise hermenêutica, partimos de uma revisão de literatura para contribuirmos para aquilo que nos parece ser a mais-valia deste artigo: a prospeção. Tendo por base o postulado de que o revisionismo será o 'novo normal' da China, defendemos que as disputas nos mares da China meridional e oriental poderão, afinal, ser meros fait divers ou prenúncios do que se seguirá: uma ordem sinocêntrica, em que os Estados Unidos (em declínio relativo) acabarão, como previa Kennedy por declinar um dia em termos absolutos. Tudo indica que o novo hégemon seja a China. Dito isto, deixamos a seguinte pergrunta retórica. Não será tempo de a Comunidade Internacional pensar como vai acomodar a China (ou se acomodar a ela) num planeta cujos recursos escasseiam? |
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| Autores principais: | Duarte, Paulo |
| Assunto: | China; Mar da China Meridional e Oriental; Estados Unidos; Revisionismo vs Status Quo. |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Este artigo não visa descrever os interesses dos vários atores que reivindicam a sua parte das águas da China meridional e oriental. Outros já o fizeram. Ao contrário, munidos de uma análise hermenêutica, partimos de uma revisão de literatura para contribuirmos para aquilo que nos parece ser a mais-valia deste artigo: a prospeção. Tendo por base o postulado de que o revisionismo será o 'novo normal' da China, defendemos que as disputas nos mares da China meridional e oriental poderão, afinal, ser meros fait divers ou prenúncios do que se seguirá: uma ordem sinocêntrica, em que os Estados Unidos (em declínio relativo) acabarão, como previa Kennedy por declinar um dia em termos absolutos. Tudo indica que o novo hégemon seja a China. Dito isto, deixamos a seguinte pergrunta retórica. Não será tempo de a Comunidade Internacional pensar como vai acomodar a China (ou se acomodar a ela) num planeta cujos recursos escasseiam? |
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