Publicação
Síndrome depressiva em doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica
| Resumo: | A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) é uma das doenças mais prevalentes e debilitantes e está associada a efeitos deletérios na qualidade de vida. A síndrome depressiva é uma importante comorbilidade na DPOC e está associada a um aumento da mortalidade, exacerbações, duração do internamento e diminuição da qualidade de vida e do status funcional. Não existe um consenso atual quanto à forma mais apropriada de fazer o diagnóstico da síndrome depressiva. As opções terapêuticas incluem uma intervenção psicológica (terapêutica cognitiva comportamental - TCC e autogestão) e a intervenção farmacológica. A reabilitação respiratória reduz os sintomas, optimiza o status funcional, aumenta a atividade e a funcionalidade diária. Uma intervenção com âmbito mais multidisciplinar e com terapêutica individualizada será essencial. |
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| Autores principais: | Lemos, Cláudia Isabel Góis |
| Assunto: | Doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) Transtorno depressivo Depressão Comorbidade |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) é uma das doenças mais prevalentes e debilitantes e está associada a efeitos deletérios na qualidade de vida. A síndrome depressiva é uma importante comorbilidade na DPOC e está associada a um aumento da mortalidade, exacerbações, duração do internamento e diminuição da qualidade de vida e do status funcional. Não existe um consenso atual quanto à forma mais apropriada de fazer o diagnóstico da síndrome depressiva. As opções terapêuticas incluem uma intervenção psicológica (terapêutica cognitiva comportamental - TCC e autogestão) e a intervenção farmacológica. A reabilitação respiratória reduz os sintomas, optimiza o status funcional, aumenta a atividade e a funcionalidade diária. Uma intervenção com âmbito mais multidisciplinar e com terapêutica individualizada será essencial. |
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