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Effects of dietary protein on body composition and inflammatory profile in resistance training individuals

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Introdução: O principal objetivo da presente dissertação foi avaliar se a ingestão proteica e de leucina estão associadas a marcadores inflamatórios, à composição corporal e a indicadores de rendimento em atletas de treino de força. Metodologia: Participaram no estudo 49 atletas masculinos de treino de força. A ingestão alimentar foi avaliada recorrendo a registos alimentares. Estimou-se o dispêndio energético. A composição corporal e a água corporal foram avaliadas por DXA e BIS, respetivamente. No plasma avaliou-se a interleucina-6 (IL-6), o factor de necrose tumoral (TNF-) (ELISA) e a proteina C reativa (CRP) (Latex-kit). Dividiram-se os participantes em 3 grupos consoante os tercis de ingestão proteica (g protein/ kg body weight) – G1 (menor ingestão), G2, G3 (maior ingestão). Realizaram-se comparações entre grupos, correlações bivariadas e parciais. Resultados: G3 apresentou valores significativamente inferiores de peso, IMC, massa corporal total (MCT), massa gorda total (MGT) e percentagem de massa gorda total (%MGT) relativamente a G1. G1 apresentou valores de IL-6 superiores a G2 ou G3. A ingestão de leucina explica 8.9% da massa isenta de gordura total e a ingestão proteica explica 21% da MCT, 31% da MGT e 34% da IL-6. Conclusão: Aumentar o consumo de proteínas de elevado valor biológico pode promover benefícios na composição corporal e nos perfis inflamatórios em atletas de treino de força.
Autores principais:Honório, Rafaela Sofia Santos
Assunto:Proteína Leucina Massa isenta de gordura massa gorda Treino de força Síntese proteica muscular Inflamação Interleucina-6 Protein Leucine Fat-free mass Fat mass Resistance training Muscle protein synthesis Inflammation Interleukin 6 DXA
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:inglês
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Introdução: O principal objetivo da presente dissertação foi avaliar se a ingestão proteica e de leucina estão associadas a marcadores inflamatórios, à composição corporal e a indicadores de rendimento em atletas de treino de força. Metodologia: Participaram no estudo 49 atletas masculinos de treino de força. A ingestão alimentar foi avaliada recorrendo a registos alimentares. Estimou-se o dispêndio energético. A composição corporal e a água corporal foram avaliadas por DXA e BIS, respetivamente. No plasma avaliou-se a interleucina-6 (IL-6), o factor de necrose tumoral (TNF-) (ELISA) e a proteina C reativa (CRP) (Latex-kit). Dividiram-se os participantes em 3 grupos consoante os tercis de ingestão proteica (g protein/ kg body weight) – G1 (menor ingestão), G2, G3 (maior ingestão). Realizaram-se comparações entre grupos, correlações bivariadas e parciais. Resultados: G3 apresentou valores significativamente inferiores de peso, IMC, massa corporal total (MCT), massa gorda total (MGT) e percentagem de massa gorda total (%MGT) relativamente a G1. G1 apresentou valores de IL-6 superiores a G2 ou G3. A ingestão de leucina explica 8.9% da massa isenta de gordura total e a ingestão proteica explica 21% da MCT, 31% da MGT e 34% da IL-6. Conclusão: Aumentar o consumo de proteínas de elevado valor biológico pode promover benefícios na composição corporal e nos perfis inflamatórios em atletas de treino de força.