Publicação
Tabelas de invalidez
| Resumo: | Em Portugal, as tábuas de invalidez utilizadas são na maior parte dos ca s os , baseadas na experiência das Resseguradoras. Estas empresas baseiam-se em experiências estatísticas feitas em várias partes do mundo e é suposto reflectir as características mais ou menos universais da frequência de invalidez. Mas, uma vez que as condições sociais, económicas, climatéricas específicas de cada país têm influência nas taxas de invalidez, surge a necessidade de existirem tabelas de invalidez coerentes com a população portuguesa. O presente trabalho desenvolve a teoria do ajustamento pelo método analítico por forma a obter taxas de invalidez. Este método pressupõe que a invalidez possa ser descrita por uma lei matemática dependente de certos parâmetros, cuja estimação é, nesta dissertação, efectuada pelo método da máxima verosimilhança, pelo método dos mínimos quadrados e por um método desenvolvido por Mexia, o método da semilinearização. Observe-se que a lei é do mesmo tipo da ajustada por Bernardino para a mortalidade da população portuguesa. Baseado em dados de indivíduos expostos ao risco e de indivíduos que entram em invalidez permanente em cada idade, classificados por sexo, nos anos de 1992 a 1997 é realizada uma aplicação à entrada em invalidez permanente em Portugal. Aplica-se ainda a teoria dos vórtices estocásticos para obter uma distribuição limite estacionária para os efectivos de inválidos permanentes nas várias idades. Mostra-se como utilizar essa distribuição estacionária para obter um minorante para o custo incorrido pela Segurança Social. |
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| Autores principais: | Sequeira, Inês Jorge da Silva |
| Assunto: | tábuas de invalidez família de leis método da máxima verosimilhança método dos mínimos quadrados método da semilinearização distribuição limite vórtices estocásticos custo mínimo disability tables laws families maximum likelihood method least squares method semilinearation method limit distribution stochastic vortices minimum cost |
| Ano: | 2002 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Em Portugal, as tábuas de invalidez utilizadas são na maior parte dos ca s os , baseadas na experiência das Resseguradoras. Estas empresas baseiam-se em experiências estatísticas feitas em várias partes do mundo e é suposto reflectir as características mais ou menos universais da frequência de invalidez. Mas, uma vez que as condições sociais, económicas, climatéricas específicas de cada país têm influência nas taxas de invalidez, surge a necessidade de existirem tabelas de invalidez coerentes com a população portuguesa. O presente trabalho desenvolve a teoria do ajustamento pelo método analítico por forma a obter taxas de invalidez. Este método pressupõe que a invalidez possa ser descrita por uma lei matemática dependente de certos parâmetros, cuja estimação é, nesta dissertação, efectuada pelo método da máxima verosimilhança, pelo método dos mínimos quadrados e por um método desenvolvido por Mexia, o método da semilinearização. Observe-se que a lei é do mesmo tipo da ajustada por Bernardino para a mortalidade da população portuguesa. Baseado em dados de indivíduos expostos ao risco e de indivíduos que entram em invalidez permanente em cada idade, classificados por sexo, nos anos de 1992 a 1997 é realizada uma aplicação à entrada em invalidez permanente em Portugal. Aplica-se ainda a teoria dos vórtices estocásticos para obter uma distribuição limite estacionária para os efectivos de inválidos permanentes nas várias idades. Mostra-se como utilizar essa distribuição estacionária para obter um minorante para o custo incorrido pela Segurança Social. |
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