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Os sistemas de controlo de gestão adoptados pelas startups portuguesas e seus determinantes

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo, baseado num questionário realizado a uma pequena amostra de startups portuguesas, procura analisar a adopção dos sistemas de controlo de gestão e os seus determinantes nessas empresas. Os resultados indicam que os SCG mais adoptados pela amostra de startups portuguesas são os que compõem a categoria da Planeamento Financeiro (compreende o cash-flow previsional, o orçamento operacional, as projecções das vendas). Além disso, estes instrumentos são também os adoptados mais precocemente e utilizados com mais frequência. Em relação ao tipo de papel que os SCG têm na empresas, revelou-se que a maioria dos instrumentos adoptados se enquadra dentro dos Beliefs systems, seguido pelos Diagnostic control systems. Neste trabalho também se apurou que o nível de endividamento, a dimensão, o grau de descentralização da tomada de decisão, a complexidade da tecnologia e, por fim, a internacionalização das operações constituem características distintivas entre as empresas que adoptam 17 ou mais SCG comparativamente com as que adoptam menos. Por último, ao nível da extensão do uso dos SCG, verificou-se que a utilização do Cash-flow previsional difere segundo a presença de sociedades de capital de risco, bancos e outras instituições financeiras ou Estado, segundo a complexidade e a interdependência da tecnologia e se a empresa se insere dentro de um grupo económico.
Autores principais:Lourenço, Helena Sofia Ramos
Assunto:Sistemas de Controlo de Gestão startups investidores Teoria da contingência Management Control Systems investors Contingency-based
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este estudo, baseado num questionário realizado a uma pequena amostra de startups portuguesas, procura analisar a adopção dos sistemas de controlo de gestão e os seus determinantes nessas empresas. Os resultados indicam que os SCG mais adoptados pela amostra de startups portuguesas são os que compõem a categoria da Planeamento Financeiro (compreende o cash-flow previsional, o orçamento operacional, as projecções das vendas). Além disso, estes instrumentos são também os adoptados mais precocemente e utilizados com mais frequência. Em relação ao tipo de papel que os SCG têm na empresas, revelou-se que a maioria dos instrumentos adoptados se enquadra dentro dos Beliefs systems, seguido pelos Diagnostic control systems. Neste trabalho também se apurou que o nível de endividamento, a dimensão, o grau de descentralização da tomada de decisão, a complexidade da tecnologia e, por fim, a internacionalização das operações constituem características distintivas entre as empresas que adoptam 17 ou mais SCG comparativamente com as que adoptam menos. Por último, ao nível da extensão do uso dos SCG, verificou-se que a utilização do Cash-flow previsional difere segundo a presença de sociedades de capital de risco, bancos e outras instituições financeiras ou Estado, segundo a complexidade e a interdependência da tecnologia e se a empresa se insere dentro de um grupo económico.