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Capital humano: impacte e valorização no sector bancário português

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Resumo:O actual paradigma de desenvolvimento económico dominante baseia-se no conhecimento enquanto principal recurso e fonte de criação de valor, implicando novos desafios, desde o desenvolvimento de processos de criação, disseminação e acumulação de conhecimento no seio das organizações e das próprias nações, ao seu impacto a diversos níveis, nomeadamente nas regras do jogo competitivo, no desempenho e valorização das empresas e no papel dos trabalhadores nestes processos. É extensivamente assumido que tal contexto implica a necessidade de novos desenvolvimentos na teoria económica existente. Neste estudo, é dada uma especial ênfase à problemática da valorização do “Capital Humano”, maioritariamente apontado como um dos mais importantes activos da empresa. Trata-se de um domínio cuja investigação se encontra ainda aberta a muitos e novos contributos, revestindo-se de vital importância, quer a nível macro para a explicação do crescimento e desenvolvimento nacional e intersectorial, quer a nível micro, no âmbito da competitividade, rendibilidade e valorização das empresas. Sendo embora uma matéria de interesse transversal a todos os sectores de actividade, o nosso enfoque incidirá sobre o sector bancário português, procurando-se estimar o valor do “Capital Humano” neste sector, utilizando como proxy o número médio de anos de escolaridade dos trabalhadores. Será ainda investigada a hipótese de existência de um impacte directo entre o valor do “Capital Humano” assim medido em termos de desempenho do sector.
Autores principais:Gonçalves, Alexandra Cristina Rodrigues
Assunto:Activos Intangíveis Capital Humano Valorização do Capital Humano; Sector Bancário Intangible Assets Human Capital Human Capital Valorisation Banking Industry
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O actual paradigma de desenvolvimento económico dominante baseia-se no conhecimento enquanto principal recurso e fonte de criação de valor, implicando novos desafios, desde o desenvolvimento de processos de criação, disseminação e acumulação de conhecimento no seio das organizações e das próprias nações, ao seu impacto a diversos níveis, nomeadamente nas regras do jogo competitivo, no desempenho e valorização das empresas e no papel dos trabalhadores nestes processos. É extensivamente assumido que tal contexto implica a necessidade de novos desenvolvimentos na teoria económica existente. Neste estudo, é dada uma especial ênfase à problemática da valorização do “Capital Humano”, maioritariamente apontado como um dos mais importantes activos da empresa. Trata-se de um domínio cuja investigação se encontra ainda aberta a muitos e novos contributos, revestindo-se de vital importância, quer a nível macro para a explicação do crescimento e desenvolvimento nacional e intersectorial, quer a nível micro, no âmbito da competitividade, rendibilidade e valorização das empresas. Sendo embora uma matéria de interesse transversal a todos os sectores de actividade, o nosso enfoque incidirá sobre o sector bancário português, procurando-se estimar o valor do “Capital Humano” neste sector, utilizando como proxy o número médio de anos de escolaridade dos trabalhadores. Será ainda investigada a hipótese de existência de um impacte directo entre o valor do “Capital Humano” assim medido em termos de desempenho do sector.