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Modificações pós-traducionais de proteínas na amiloidogénese: glicação e agregação da transtirretina in vivo em saccharomyces cerevisiae

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As doenças amiloidóticas, como Alzheimer ou Parkinson, caracterizam-se pela deposição de agregados proteícos com propriedades estruturais características. Os mecanismos de formação destes depósitos são ainda pouco conhecidos bem como o seu papel na evolução patológica. Neste estudo, foram investigados alguns aspectos fundamentais no processo de amiloidogénese in vivo utilizando a transtiretina humana, envolvida na polineuropatia amiloidótica familiar. A transtiretina e mutantes amiloidogénicos foram expressos em Saccharomyces cerevisiae, um tubo de ensaio vivo, de modo a investigar a formação de fibras amilóides in vivo. Observou-se a formação de fibras amilóides in vivo, tendo sido desenvolvido um novo método analítico para investigar a sua formação. Foi assim possível verificar que o stress carbonílico potencia a formação de fibras amilóides e a sua toxicidade celular in vivo
Autores principais:Marques, Rita Maria Delgado Silva
Assunto:Biologia celular Amiloidose Teses de mestrado
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:As doenças amiloidóticas, como Alzheimer ou Parkinson, caracterizam-se pela deposição de agregados proteícos com propriedades estruturais características. Os mecanismos de formação destes depósitos são ainda pouco conhecidos bem como o seu papel na evolução patológica. Neste estudo, foram investigados alguns aspectos fundamentais no processo de amiloidogénese in vivo utilizando a transtiretina humana, envolvida na polineuropatia amiloidótica familiar. A transtiretina e mutantes amiloidogénicos foram expressos em Saccharomyces cerevisiae, um tubo de ensaio vivo, de modo a investigar a formação de fibras amilóides in vivo. Observou-se a formação de fibras amilóides in vivo, tendo sido desenvolvido um novo método analítico para investigar a sua formação. Foi assim possível verificar que o stress carbonílico potencia a formação de fibras amilóides e a sua toxicidade celular in vivo