Publicação
Anemias hemolíticas : abordagem diagnóstica e terapêutica
| Resumo: | Segundo o Global Burden of Disease Studying 2021, a anemia é a doença hematológica mais comum a nível mundial, com uma prevalência global em todas as idades de 24,3%, e a terceira principal causa de incapacidade em todo o mundo. A anemia hemolítica é um tipo de anemia caracterizada pela destruição precoce dos eritrócitos. Pode ser classificada em hereditária ou adquirida, aguda ou crónica, intrínseca ou extrínseca ao eritrócito e intravascular ou extravascular de acordo com o local predominante de hemólise. Para além da apresentação clássica de anemia, indivíduos com anemia hemolítica exibem sinais e sintomas que resultam diretamente da hemólise, podendo apresentar icterícia como principal sinal clínico. As alterações laboratoriais da anemia hemolítica incluem anemia com reticulocitose, aumento da bilirrubina indireta, da lactato desidrogenase e do urobilinogéneo, e diminuição dos níveis de haptoglobina. Sendo uma entidade com etiologias muito diversas, que condicionam diferentes abordagens terapêuticas, a abordagem diagnóstica constitui um estímulo ao raciocínio clínico, que deve ser organizado e hierárquico, com base no contexto de cada indivíduo. Este trabalho tem como principal objetivo rever a investigação, diagnóstico e tratamento desta patologia a partir de casos clínicos ilustrativos das várias etiologias, cuja informação foi recolhida no Serviço de Medicina Interna 4.1 do Hospital Beatriz Ângelo. |
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| Autores principais: | Rosa, Mariana Raquel Domingos Marques |
| Assunto: | Anemia hemolítica Anemia hemolítica hereditária Anemia hemolítica adquirida |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Segundo o Global Burden of Disease Studying 2021, a anemia é a doença hematológica mais comum a nível mundial, com uma prevalência global em todas as idades de 24,3%, e a terceira principal causa de incapacidade em todo o mundo. A anemia hemolítica é um tipo de anemia caracterizada pela destruição precoce dos eritrócitos. Pode ser classificada em hereditária ou adquirida, aguda ou crónica, intrínseca ou extrínseca ao eritrócito e intravascular ou extravascular de acordo com o local predominante de hemólise. Para além da apresentação clássica de anemia, indivíduos com anemia hemolítica exibem sinais e sintomas que resultam diretamente da hemólise, podendo apresentar icterícia como principal sinal clínico. As alterações laboratoriais da anemia hemolítica incluem anemia com reticulocitose, aumento da bilirrubina indireta, da lactato desidrogenase e do urobilinogéneo, e diminuição dos níveis de haptoglobina. Sendo uma entidade com etiologias muito diversas, que condicionam diferentes abordagens terapêuticas, a abordagem diagnóstica constitui um estímulo ao raciocínio clínico, que deve ser organizado e hierárquico, com base no contexto de cada indivíduo. Este trabalho tem como principal objetivo rever a investigação, diagnóstico e tratamento desta patologia a partir de casos clínicos ilustrativos das várias etiologias, cuja informação foi recolhida no Serviço de Medicina Interna 4.1 do Hospital Beatriz Ângelo. |
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