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Vítima ou cúmplice? Caraterização da mulher vítima de violência conjugal na Região de Lisboa e Vale do Tejo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente dissertação tem por objetivo constituir um contributo de índole científica para o entendimento da vítima de violência conjugal, especificamente, explorar que caraterísticas evidenciam as mulheres que foram ou são vítimas de violência conjugal. A primeira parte do trabalho é dedicada ao enquadramento teórico. A segunda parte é composta pelo estudo empírico, o qual comporta três contributos, designadamente, um levantamento de dados de 458 processos de violência conjugal entrados, durante o primeiro semestre de 2011, na Delegação do Sul e três Gabinetes Médico-Legais do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, I.P., desta dependentes, a aplicação de uma bateria de instrumentos a uma amostra não aleatória acidental de 76 mulheres vítimas de violência conjugal e a realização de dois estudos de caso na sequência dos dois clusters apurados, em função das crenças legitimadoras de violência. Os resultados evidenciados pelas provas apontam em alguns domínios psicológicos um funcionamento semelhante nas duas participantes.
Autores principais:Paulino, Mauro Filipe Dias da Silva, 1985-
Assunto:Violência doméstica Violência conjugal Vítima Abordagem quantitativa Abordagem qualificativa Teses de mestrado - 2014
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente dissertação tem por objetivo constituir um contributo de índole científica para o entendimento da vítima de violência conjugal, especificamente, explorar que caraterísticas evidenciam as mulheres que foram ou são vítimas de violência conjugal. A primeira parte do trabalho é dedicada ao enquadramento teórico. A segunda parte é composta pelo estudo empírico, o qual comporta três contributos, designadamente, um levantamento de dados de 458 processos de violência conjugal entrados, durante o primeiro semestre de 2011, na Delegação do Sul e três Gabinetes Médico-Legais do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, I.P., desta dependentes, a aplicação de uma bateria de instrumentos a uma amostra não aleatória acidental de 76 mulheres vítimas de violência conjugal e a realização de dois estudos de caso na sequência dos dois clusters apurados, em função das crenças legitimadoras de violência. Os resultados evidenciados pelas provas apontam em alguns domínios psicológicos um funcionamento semelhante nas duas participantes.