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Papel do transplante intestinal na síndrome do intestino curto em Pediatria

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A síndrome do intestino curto é uma doença rara, com uma incidência e mortalidade de difícil estimativa e com uma definição não totalmente estabelecida: não existem, nesse sentido, normas de orientação clínica bem definidas, o que dificulta o seguimento destes doentes. Apesar de uma das suas principais terapêuticas ser a nutrição parentérica, o transplante intestinal tornou-se uma importante alternativa nos doentes que não toleram este tipo de terapêutica. Neste trabalho, faz-se uma revisão sobre o papel do transplante intestinal na síndrome do intestino curto na população pediátrica: exploram-se os diversos tipos de transplante utilizados, incluindo o transplante intestinal isolado ou com combinação hepática, multivisceral, ou mesmo a hipótese de se realizar um transplante hepático isolado num grupo particular de doentes. Existem alguns critérios propostos para a realização deste procedimento, os quais foram revistos em 2015 e se consideraram desactualizados: propuseram-se três novos critérios, relacionados com complicações da nutrição parentérica ou da função hepática, mais adequados às práticas da medicina actual. Do ponto de vista de sobrevivência e qualidade de vida, o transplante intestinal tem apresentado bons resultados e tem de ser visto claramente como uma terapêutica de presente e de futuro.
Autores principais:Nunes, Tomás da Cunha Baetas Robalo, 1992-
Assunto:Síndrome do intestino curto Intestino delgado Trato gastrointestinal Transplante Pediatria
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A síndrome do intestino curto é uma doença rara, com uma incidência e mortalidade de difícil estimativa e com uma definição não totalmente estabelecida: não existem, nesse sentido, normas de orientação clínica bem definidas, o que dificulta o seguimento destes doentes. Apesar de uma das suas principais terapêuticas ser a nutrição parentérica, o transplante intestinal tornou-se uma importante alternativa nos doentes que não toleram este tipo de terapêutica. Neste trabalho, faz-se uma revisão sobre o papel do transplante intestinal na síndrome do intestino curto na população pediátrica: exploram-se os diversos tipos de transplante utilizados, incluindo o transplante intestinal isolado ou com combinação hepática, multivisceral, ou mesmo a hipótese de se realizar um transplante hepático isolado num grupo particular de doentes. Existem alguns critérios propostos para a realização deste procedimento, os quais foram revistos em 2015 e se consideraram desactualizados: propuseram-se três novos critérios, relacionados com complicações da nutrição parentérica ou da função hepática, mais adequados às práticas da medicina actual. Do ponto de vista de sobrevivência e qualidade de vida, o transplante intestinal tem apresentado bons resultados e tem de ser visto claramente como uma terapêutica de presente e de futuro.