Publicação
Aplicação de índices quantitativos na caracterização morfológica das cidades
| Resumo: | Quando se pretende analisar diferentes realidades no âmbito do Ordenamento do Território, é desejável ter metodologias que possibilitem quantificar e analisar a evolução das áreas de ocupação urbana, de uma forma simples e o mais autonomizada possível. Com este trabalho, pretende-se aplicar uma metodologia para avaliar e quantificar, a forma urbana das cidades, primeiro identificando o seu perímetro urbano e de seguida caracterizando morfologicamente as manchas urbanas do aglomerado, de forma a melhor compreender as características do fenómeno da urbanização. Para o efeito, procede-se ao ensaio metodológico com 15 cidades de Portugal Continental O critério na escolha das aglomerações passou por seleccionar, para cada NUTS II do Continente, as três cidades principais, segundo a hierarquia funcional dos centros urbanos do Instituto Nacional de Estatística (INE) . Uma vez. que se tinha a intenção de estudar apenas cidades, foi necessário ignorar alguns centros urbanos na hierarquia do INE, urna vez. que estes não consistem em cidades. Do conjunto das cidades estudadas, algumas encontram-se em fases distintas. Porto e Lisboa encontram-se claramente em perda populacional nas duas últimas décadas, outras cidades apresentam decréscimos ligeiros da sua população no intervalo dos dois últimos recenseamentos censitários (Vila Franca de Xira, Almada e Elvas), enquanto outras cidades, para o mesmo período, apresentaram crescimentos populacionais superiores a 20% (Braga, Faro e Loulé). |
|---|---|
| Autores principais: | Marques Da Costa, Eduarda |
| Outros Autores: | Rocha, Jorge; Rodrigues, Michael |
| Assunto: | Ordenamento do território Ocupação urbana Hierarquia funcional Morfologia urbana |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Quando se pretende analisar diferentes realidades no âmbito do Ordenamento do Território, é desejável ter metodologias que possibilitem quantificar e analisar a evolução das áreas de ocupação urbana, de uma forma simples e o mais autonomizada possível. Com este trabalho, pretende-se aplicar uma metodologia para avaliar e quantificar, a forma urbana das cidades, primeiro identificando o seu perímetro urbano e de seguida caracterizando morfologicamente as manchas urbanas do aglomerado, de forma a melhor compreender as características do fenómeno da urbanização. Para o efeito, procede-se ao ensaio metodológico com 15 cidades de Portugal Continental O critério na escolha das aglomerações passou por seleccionar, para cada NUTS II do Continente, as três cidades principais, segundo a hierarquia funcional dos centros urbanos do Instituto Nacional de Estatística (INE) . Uma vez. que se tinha a intenção de estudar apenas cidades, foi necessário ignorar alguns centros urbanos na hierarquia do INE, urna vez. que estes não consistem em cidades. Do conjunto das cidades estudadas, algumas encontram-se em fases distintas. Porto e Lisboa encontram-se claramente em perda populacional nas duas últimas décadas, outras cidades apresentam decréscimos ligeiros da sua população no intervalo dos dois últimos recenseamentos censitários (Vila Franca de Xira, Almada e Elvas), enquanto outras cidades, para o mesmo período, apresentaram crescimentos populacionais superiores a 20% (Braga, Faro e Loulé). |
|---|