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Matéria-Prima, vol.6, nº2 (Mai./Ago. 2018)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Educação Artística joga-se em muito mais locais que no ensino formal. As oportunidades formativas têm sido aproveitadas por museus, bibliotecas, centros culturais, exposições, festivais, associações e plataformas culturais, eventos, plataformas de disseminação artística, edições. Os artistas individuais têm vindo a integrar as dinâmicas relacionais e de criação de públicos nas suas obras, ao convocarem as audiências e implicarem o espectador. O terreno é limitado apenas pela imaginação, e as oportunidades de convocação alargam-se aos novos conteúdos e plataformas digitais, a par com a valorização do que é local e identitário: a revolução pode fazer-se pela cidadania.
Autores principais:Queiroz, João
Outros Autores:Fonseca Da Silva, Maria Cristina Da Rosa; Horn, Maria Lucila; Huerta, Ricard; Oliveira Carvalho, Francione; Egas, Olga; Vogl, Julia; Lam, Maia; Liberato, Aline; Pereira, Teresa Matos; Matos, Joana Gaudêncio; Pastó Aguilá, Cristina; Casanovas Aleix, M. Mercé; Pfutzenreuter, Edson do Prado; Anjos, Marlene Gonzaga dos; Macedo, Juliana Gouthier; Rashwaw, Ghada; Da Cruz Senna, Nádia; Rodrigues, Filipa; Ezquieta Llamas, Iciar; Barreiro Rodríguez-Moldes, María Covadonga; Campos, Ricardo; Chiodelli, Diana Leticia; Schvambach, Janaina; Rizolli Moreira, Hugo Daniel; Hofstaetter, Andrea; Cardoso, Maria Da Luz Nolasco
Assunto:Arte Estudo e Ensino Periódicos
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Educação Artística joga-se em muito mais locais que no ensino formal. As oportunidades formativas têm sido aproveitadas por museus, bibliotecas, centros culturais, exposições, festivais, associações e plataformas culturais, eventos, plataformas de disseminação artística, edições. Os artistas individuais têm vindo a integrar as dinâmicas relacionais e de criação de públicos nas suas obras, ao convocarem as audiências e implicarem o espectador. O terreno é limitado apenas pela imaginação, e as oportunidades de convocação alargam-se aos novos conteúdos e plataformas digitais, a par com a valorização do que é local e identitário: a revolução pode fazer-se pela cidadania.