Publicação
Avaliação do êxito do Protocolo de Quioto em Portugal
| Resumo: | Vários cientistas, de várias partes do mundo, já chamaram a atenção para a situação crítica do aquecimento global que tem colocado em risco o desenvolvimento sustentável do planeta. Tais peritos nesta matéria afirmam que esse fenómeno catastrófico, resultante da sobreexploração atmosférica, tem sido impulsionado, em mais de noventa por cento, pela acção humana. Logo, cabe aos governos nacionais implementar políticas nacionais de mitigação das emissões de gases com efeito de estufa, a fim de limitar o aumento da temperatura e proporcionar condições sustentáveis de vida na Terra. Visto que este fenómeno tem um cariz global, pois a elevada concentração de gases com efeito de estufa em determinada parte do mundo pode repercutir os seus impactos negativos em outras partes do globo, é necessáro que se estabeleça uma cooperação internacional para fazer face ao problema em questão. Ora, o Protocolo de Quioto tem sido, até ao momento presente, o mais significativo acordo da comunidade internacional no que concerne às alterações climáticas. Aquando das suas negociações, optou-se pelo mecanismo de mercado como o instrumento de incentivo económico mais eficiente para o controlo das emissões. Este estudo serviu, portanto, o propósito de perceber se o Protocolo foi bem sucedido em Portugal e se contribuiu para a real descida de emissões de gases com efeito de estufa nos últimos anos. Tendo sido realizadas algumas análises estatísticas e entrevistas a peritos nesta matéria, constatou-se que o Protocolo será, à partida, bem sucedido em Portugal, não só a nível do cumprimento da quota que lhe foi atribuída, mas também da efectiva mitigação das emissões. Os esforços do seu cumprimento basearam-se, essencialmente, na incorporação de energias renováveis na economia e em ganhos de eficiência energética. |
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| Autores principais: | Garrana, Roxanne Estanqueiro |
| Assunto: | Protocolo de Quioto cooperação internacional mercado de emissões Kyoto Protocol international co-operation emission's market |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Vários cientistas, de várias partes do mundo, já chamaram a atenção para a situação crítica do aquecimento global que tem colocado em risco o desenvolvimento sustentável do planeta. Tais peritos nesta matéria afirmam que esse fenómeno catastrófico, resultante da sobreexploração atmosférica, tem sido impulsionado, em mais de noventa por cento, pela acção humana. Logo, cabe aos governos nacionais implementar políticas nacionais de mitigação das emissões de gases com efeito de estufa, a fim de limitar o aumento da temperatura e proporcionar condições sustentáveis de vida na Terra. Visto que este fenómeno tem um cariz global, pois a elevada concentração de gases com efeito de estufa em determinada parte do mundo pode repercutir os seus impactos negativos em outras partes do globo, é necessáro que se estabeleça uma cooperação internacional para fazer face ao problema em questão. Ora, o Protocolo de Quioto tem sido, até ao momento presente, o mais significativo acordo da comunidade internacional no que concerne às alterações climáticas. Aquando das suas negociações, optou-se pelo mecanismo de mercado como o instrumento de incentivo económico mais eficiente para o controlo das emissões. Este estudo serviu, portanto, o propósito de perceber se o Protocolo foi bem sucedido em Portugal e se contribuiu para a real descida de emissões de gases com efeito de estufa nos últimos anos. Tendo sido realizadas algumas análises estatísticas e entrevistas a peritos nesta matéria, constatou-se que o Protocolo será, à partida, bem sucedido em Portugal, não só a nível do cumprimento da quota que lhe foi atribuída, mas também da efectiva mitigação das emissões. Os esforços do seu cumprimento basearam-se, essencialmente, na incorporação de energias renováveis na economia e em ganhos de eficiência energética. |
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