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Centros comerciais em Lisboa: os novos espaços de consumo

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Resumo:Este trabalho é consagrado à manifestação comercial que mais tem alterado o mundo da distribuição e as práticas comerciais na cidade: os centros comerciais. Consideramos nesta dissertação que os centros comerciais são uma forma de distribuição arquitectada em mecanismos económicos, sociais e psicológicos, veiculadora de uma nova ordem comercial, que assume características distintas em espaços sócio-culturais diferenciados. Tomando por base esta ideia central, três preocupações fundamentais se encontram subjacentes ao trabalho efectuado: A necessidade de analisar esta forma de comércio segundo um modelo que inter-relacione os aspectos económicos com os psico-sociais; demonstrar a especificidade que o fenómeno assume no nosso país (e mais concretamente na cidade de Lisboa), relativamente à sua evolução, padrões de localização, lógica de funcionamento e formas de apropriação; e por último, alertar para algumas implicações exercidas sobre o aparelho comercial pré-existente, nas práticas urbanas e na imagem da cidade.
Autores principais:Cachinho, Herculano
Assunto:Centros comerciais Novos espaços de consumo Padrões de localização Lógica de funcionamento Formas de apropriação Lisboa
Ano:1990
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este trabalho é consagrado à manifestação comercial que mais tem alterado o mundo da distribuição e as práticas comerciais na cidade: os centros comerciais. Consideramos nesta dissertação que os centros comerciais são uma forma de distribuição arquitectada em mecanismos económicos, sociais e psicológicos, veiculadora de uma nova ordem comercial, que assume características distintas em espaços sócio-culturais diferenciados. Tomando por base esta ideia central, três preocupações fundamentais se encontram subjacentes ao trabalho efectuado: A necessidade de analisar esta forma de comércio segundo um modelo que inter-relacione os aspectos económicos com os psico-sociais; demonstrar a especificidade que o fenómeno assume no nosso país (e mais concretamente na cidade de Lisboa), relativamente à sua evolução, padrões de localização, lógica de funcionamento e formas de apropriação; e por último, alertar para algumas implicações exercidas sobre o aparelho comercial pré-existente, nas práticas urbanas e na imagem da cidade.