Publicação
A Universidade do Minho em tempos de pandemia: Tomo III: Projeções
| Resumo: | Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem. |
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| Autores principais: | Martins, Manuela; Universidade do Minho |
| Outros Autores: | Rodrigues, Eloy; Universidade do Minho; Mourão, Paulo Reis; Universidade do Minho; Calheiros, Maria Clara; Universidade do Minho; Amorim, Carlos Abreu; Universidade do Minho; Rocha, Joaquim Freitas da; Universidade do Minho; Nunes, Eduardo Sequeiros de Sousa; Universidade do Minho; Moreira, Teresa Coelho; Universidade do Minho; Brandão, Ana Maria; Universidade do Minho; Marques, Ana Paula; Universidade do Minho; Ribeiro, J. Cadima; Universidade do Minho; Gama, Manuel; Universidade do Minho; Rayner, Francesca; Universidade do Minho; Lopes, Felisbela; Universidade do Minho; Araújo, Rita; Universidade do Minho; Magalhães, Olga; Universidade do Minho; Sá, Alberto; Universidade do Minho; Abreu, Joana Covelo de; Universidade do Minho; Remoaldo, Paula; Universidade do Minho; Arena, Maria do Céu Pinto; Universidade do Minho; Gonçalves, Anabela Susana de Sousa; Universidade do Minho; Castro, Rui Vieira de; Universidade do Minho |
| Assunto: | pandemic University of Minho coronavirus pandemia Universidade do Minho coronavírus |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | UMinho Editora |
| Resumo: | Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem. |
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