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O dispêndio energético e a fadiga em exercícios de força: leg press e bicípite curl

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Resumo:O treino de força teve um aumento exponencial do número de praticantes. Consequentemente, tornou-se essencial pesquisar mais sobre seus efeitos fisiológicos, já que várias comunidades científicas recomendam a prática de treino de força para melhorar a saúde, aumento da força, densidade óssea e capacidade funcional. Está também evidenciado o aumento do metabolismo em repouso e do DE diário, no cumprindo regular mínimo de determinados parâmetros de TF. Contudo, são poucos os estudos que abordam este tema e dado a sua crescente popularidade, tornou-se essencial averiguar não só para definir benefícios e malefícios, mas também para uma correta prescrição de exercício. Os objetivos deste estudo foram avaliar a fadiga e o dispêndio energético (DE) nos exercícios de leg press (LP) e bicípite curl scott (BC). Doze sujeitos treinados (6 do género masculino e 6 feminino; idade, 24.67±3.55 anos; altura, 1.68±0.09m; massa corporal, 66.87±14.11Kg) realizaram os exercícios de LP e BC durante 5 minutos nas intensidade de 20%, 25%, 30% e 35% da 1RM. Para as intensidades de 60% e 85%1RM os sujeitos realizaram o número máximo de repetições. O consumo de oxigénio (VO2) foi avaliado através de um analisador de gases respiratórios portátil, e foram determinados os valores de lactatémia máximos pós-exercício, nas intensidades de 60 e 85%RM. As equações de predição do DE foram calculadas para ambos exercícios utilizando uma regressão linear. A fadiga muscular foi avaliada através de eletromiografia de superfície. Os resultados demonstram que a relação carga e VO2 parecem ser lineares, apenas em intensidades mais baixas e em pequenos grupos musculares. O DE para o género feminino no exercício de LP, pode ser calculado através da equação Y= 0,369X+8,046, R2= 0,990 e no género masculino Y=0,534X+2,724, R2= 0,967; para o exercício de BC a equação para o género feminino é Y=0,135X+5,566, R2= 0,879 e para o género masculino Y=0,248X+3,192, R2= 0,996, em que o X corresponde à carga em quilogramas. A fadiga foi verificada nas intensidades mais elevadas (60 e 85%1RM) e foram encontradas correlações entre os valores de mediana de frequência e intensidade, VO2, FC, PSE e lactato.
Autores principais:Magalhães, Nádia Santos de
Assunto:Treino de força Fadiga Dispêndio energético
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:O treino de força teve um aumento exponencial do número de praticantes. Consequentemente, tornou-se essencial pesquisar mais sobre seus efeitos fisiológicos, já que várias comunidades científicas recomendam a prática de treino de força para melhorar a saúde, aumento da força, densidade óssea e capacidade funcional. Está também evidenciado o aumento do metabolismo em repouso e do DE diário, no cumprindo regular mínimo de determinados parâmetros de TF. Contudo, são poucos os estudos que abordam este tema e dado a sua crescente popularidade, tornou-se essencial averiguar não só para definir benefícios e malefícios, mas também para uma correta prescrição de exercício. Os objetivos deste estudo foram avaliar a fadiga e o dispêndio energético (DE) nos exercícios de leg press (LP) e bicípite curl scott (BC). Doze sujeitos treinados (6 do género masculino e 6 feminino; idade, 24.67±3.55 anos; altura, 1.68±0.09m; massa corporal, 66.87±14.11Kg) realizaram os exercícios de LP e BC durante 5 minutos nas intensidade de 20%, 25%, 30% e 35% da 1RM. Para as intensidades de 60% e 85%1RM os sujeitos realizaram o número máximo de repetições. O consumo de oxigénio (VO2) foi avaliado através de um analisador de gases respiratórios portátil, e foram determinados os valores de lactatémia máximos pós-exercício, nas intensidades de 60 e 85%RM. As equações de predição do DE foram calculadas para ambos exercícios utilizando uma regressão linear. A fadiga muscular foi avaliada através de eletromiografia de superfície. Os resultados demonstram que a relação carga e VO2 parecem ser lineares, apenas em intensidades mais baixas e em pequenos grupos musculares. O DE para o género feminino no exercício de LP, pode ser calculado através da equação Y= 0,369X+8,046, R2= 0,990 e no género masculino Y=0,534X+2,724, R2= 0,967; para o exercício de BC a equação para o género feminino é Y=0,135X+5,566, R2= 0,879 e para o género masculino Y=0,248X+3,192, R2= 0,996, em que o X corresponde à carga em quilogramas. A fadiga foi verificada nas intensidades mais elevadas (60 e 85%1RM) e foram encontradas correlações entre os valores de mediana de frequência e intensidade, VO2, FC, PSE e lactato.