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Efeito da inclusão de treinamento específico na flexibilidade de flexão do quadril e no salto vertical, em jovens atletas de voleibol feminino

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Introdução: A manutenção da flexibilidade em níveis ideais pode promover a melhor eficiência de movimento, auxiliar na postura do indivíduo e prevenir algumas patologias músculo esqueléticas. Objetivo: Investigar o efeito de diferentes protocolos de treinamento (com e sem treinamento de flexibilidade) na flexão do quadril e seu reflexo sobre o salto vertical. Materiais e Métodos: O estudo contou com 44 atletas de voleibol do sexo feminino, com idades entre 11 e 17 anos, distribuídas em quatro grupos: A “Infantil” (n=11); B “Infantil” (n=12); C “Infanto-juvenil” (n=11) e D “Infanto-juvenil” (n=10). Foi avaliada a massa corporal, a estatura e, posteriormente, calculado o Índice de Massa Corporal (IMC). Em seguida, calculou-se o percentual de gordura. A flexibilidade foi avaliada por meio do Banco de Wells, (Sanny, American Medical do Brasil Ltda). O salto vertical “contra movimento” foi mensurado por meio de uma plataforma de pressão (System Jump Test, Hidrofit Ltda) e analisado com o software Jump teste 2.0. Foram adotados dois protocolos de treinamento para posterior comparação, um com tratamento de flexibilidade e o outro sem tratamento de flexibilidade visando o trabalho com a modalidade voleibol. Foi utilizado o teste de Wilcoxon para comparar os valores do pré com os do pós-teste e o teste Kruskal-Wallis para verificar a variância entre os grupos, com nível de significância de 5%. Resultados: Após intervenção, aplicação dos treinos com e sem tratamento de flexibilidade, houve melhora no salto vertical (cm) nos: Grupo A (pré: 24,0+1,4cm; 2º pós: 24,8±1,5cm); Grupo C (pré: 25,5+1,6cm; 2º pós: 27,2±1,5cm); Grupo B (pré: 19,4+1,7cm; 2º pós: 21,5±1,5cm); e melhora na flexibilidade de flexão do quadril (cm) nos Grupo A (pré:26,6±6,3 cm; 2º pós: 29,1±5,3cm); Grupo C (pré: 29,5±4,7cm; 2º pós: 31,0±4,3cm); Grupo B (pré: 25,4±6,1 cm; 2º pós: 26,6±5,8cm); Grupo D (pré: 24,6±4,3cm; 2º pós: 25,1±4,1cm). Conclusão: Apesar deste estudo que propor uma relação entre o treinamento de flexibilidade e o salto vertical, apenas o grupo C (15-17 anos) apresentou melhoria significativa entre o pré-teste e 1º pós-teste (com tratamento) e o grupo A (11-14 anos) entre o 1º e 2º pós-teste (sem tratamento) e o desempenho em salto vertical, entre o pré-teste e 1º pós-teste, apenas o grupo A (11-14 anos) apresentou melhoria significativa (com tratamento). Já entre o 1º e 2º pós-teste, apenas o grupo D (15-17 anos) não apresentou melhoria significativa nesta capacidade após tratamento, que foi medida por meio de um tratamento intercalado entre os grupos participantes, conseguimos detectar algumas limitações que devem estar presentes aquando da leitura dos resultados apresentados.
Autores principais:Zanolo, José Carlos
Assunto:Voleibol Flexibilidade Salto vertical
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:Introdução: A manutenção da flexibilidade em níveis ideais pode promover a melhor eficiência de movimento, auxiliar na postura do indivíduo e prevenir algumas patologias músculo esqueléticas. Objetivo: Investigar o efeito de diferentes protocolos de treinamento (com e sem treinamento de flexibilidade) na flexão do quadril e seu reflexo sobre o salto vertical. Materiais e Métodos: O estudo contou com 44 atletas de voleibol do sexo feminino, com idades entre 11 e 17 anos, distribuídas em quatro grupos: A “Infantil” (n=11); B “Infantil” (n=12); C “Infanto-juvenil” (n=11) e D “Infanto-juvenil” (n=10). Foi avaliada a massa corporal, a estatura e, posteriormente, calculado o Índice de Massa Corporal (IMC). Em seguida, calculou-se o percentual de gordura. A flexibilidade foi avaliada por meio do Banco de Wells, (Sanny, American Medical do Brasil Ltda). O salto vertical “contra movimento” foi mensurado por meio de uma plataforma de pressão (System Jump Test, Hidrofit Ltda) e analisado com o software Jump teste 2.0. Foram adotados dois protocolos de treinamento para posterior comparação, um com tratamento de flexibilidade e o outro sem tratamento de flexibilidade visando o trabalho com a modalidade voleibol. Foi utilizado o teste de Wilcoxon para comparar os valores do pré com os do pós-teste e o teste Kruskal-Wallis para verificar a variância entre os grupos, com nível de significância de 5%. Resultados: Após intervenção, aplicação dos treinos com e sem tratamento de flexibilidade, houve melhora no salto vertical (cm) nos: Grupo A (pré: 24,0+1,4cm; 2º pós: 24,8±1,5cm); Grupo C (pré: 25,5+1,6cm; 2º pós: 27,2±1,5cm); Grupo B (pré: 19,4+1,7cm; 2º pós: 21,5±1,5cm); e melhora na flexibilidade de flexão do quadril (cm) nos Grupo A (pré:26,6±6,3 cm; 2º pós: 29,1±5,3cm); Grupo C (pré: 29,5±4,7cm; 2º pós: 31,0±4,3cm); Grupo B (pré: 25,4±6,1 cm; 2º pós: 26,6±5,8cm); Grupo D (pré: 24,6±4,3cm; 2º pós: 25,1±4,1cm). Conclusão: Apesar deste estudo que propor uma relação entre o treinamento de flexibilidade e o salto vertical, apenas o grupo C (15-17 anos) apresentou melhoria significativa entre o pré-teste e 1º pós-teste (com tratamento) e o grupo A (11-14 anos) entre o 1º e 2º pós-teste (sem tratamento) e o desempenho em salto vertical, entre o pré-teste e 1º pós-teste, apenas o grupo A (11-14 anos) apresentou melhoria significativa (com tratamento). Já entre o 1º e 2º pós-teste, apenas o grupo D (15-17 anos) não apresentou melhoria significativa nesta capacidade após tratamento, que foi medida por meio de um tratamento intercalado entre os grupos participantes, conseguimos detectar algumas limitações que devem estar presentes aquando da leitura dos resultados apresentados.