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Mastocitoma no cão: apresentação de casos clínicos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O mastocitoma é uma neoplasia com origem nos mastócitos, células imunitárias produzidas na medula óssea que estão presentes em todo o corpo como parte do sistema imunitário e da resposta alérgica normal. O mastocitoma surge normalmente na pele (representando cerca de 16 a 21% dos tumores cutâneos caninos), no fígado ou baço. O mastocitoma em cães é, maioritariamente, de etiologia desconhecida, sendo este, na teoria, associado à inflamação crónica ou à exposição a compostos irritantes cutâneos. O meio de diagnóstico mais comumente utilizado na prática clínica é a citologia, tratando-se de uma análise simples, pouco invasiva e de baixo custo. No entanto, a avaliação histopatológica apresenta uma importância determinante na classificação do grau histológico, permitindo a obtenção de um diagnóstico definitivo e invasão de tecidular circundante. Apesar de existirem várias opções terapêuticas, as escolhas mais frequentemente implementadas são cirurgia e quimioterapia. Esta dissertação teve como objetivo apresentar casos clínicos documentados de mastocitoma em cães. Para este efeito, foram estudados 7 casos clínicos consultados no Hospital Veterinário Baixo Vouga, abordando-se diferentes modalidades de diagnóstico e tratamento. Todos os casos estudados foram diagnosticados por citologia e análise histopatológica. O tratamento mais empregue foi a excisão cirúrgica, excetuando um dos casos em que o mesmo não foi possível.
Autores principais:Teixeira, Carolina Moreira
Assunto:Mastocitoma cão tumor oncologia citologia
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:O mastocitoma é uma neoplasia com origem nos mastócitos, células imunitárias produzidas na medula óssea que estão presentes em todo o corpo como parte do sistema imunitário e da resposta alérgica normal. O mastocitoma surge normalmente na pele (representando cerca de 16 a 21% dos tumores cutâneos caninos), no fígado ou baço. O mastocitoma em cães é, maioritariamente, de etiologia desconhecida, sendo este, na teoria, associado à inflamação crónica ou à exposição a compostos irritantes cutâneos. O meio de diagnóstico mais comumente utilizado na prática clínica é a citologia, tratando-se de uma análise simples, pouco invasiva e de baixo custo. No entanto, a avaliação histopatológica apresenta uma importância determinante na classificação do grau histológico, permitindo a obtenção de um diagnóstico definitivo e invasão de tecidular circundante. Apesar de existirem várias opções terapêuticas, as escolhas mais frequentemente implementadas são cirurgia e quimioterapia. Esta dissertação teve como objetivo apresentar casos clínicos documentados de mastocitoma em cães. Para este efeito, foram estudados 7 casos clínicos consultados no Hospital Veterinário Baixo Vouga, abordando-se diferentes modalidades de diagnóstico e tratamento. Todos os casos estudados foram diagnosticados por citologia e análise histopatológica. O tratamento mais empregue foi a excisão cirúrgica, excetuando um dos casos em que o mesmo não foi possível.