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Cervídeos: símbolos e sociedade nos primórdios da agricultura no Vale do Tejo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O trabalho que aqui se apresenta, revê de forma sistemática e atualizada o Complexo Rupestre do Vale do Tejo (CARVT), abarcando uma área de 120km de comprimento. Conta com 12 núcleos de arte rupestre que se estendem sensivelmente, desde a foz do rio Ocreza a jusante até ao vale do rio Erges, a montante. Estes núcleos comportam um conjunto de 1636 rochas com 6988 figuras de variadas tipologias, cuja cronologia se estende desde o Paleolítico Superior até ao final da Idade do Bronze grosso modo. O trabalho inclui a abordagem da história da investigação do CARVT, a contextualização das problemáticas e da região, a descrição analítica dos núcleos de gravuras e a sistematização dos temas com uma particular análise da figura do cervídeo como tema estruturante do CARVT. O estudo é norteado por duas interrogações, uma de caráter fundamental: o que se pode inferir em termos de ocupação territorial e sequenciação temporal sobre o complexo rupestre do vale do Tejo, a partir da revisão exaustiva de toda a documentação disponível? Outra de caráter metodológico: em que pode diferir, em termos qualitativos, um estudo com tal preocupação de exaustividade, face a estudos centrados em sítios ou rochas de maior complexidade aparente e em argumentações de cariz essencialmente antropológico ou com recurso a contextualizações essencialmente suprarregionais? As conclusões comportam a resposta às duas interrogações formuladas, sendo complementadas pela bibliografia e por um volume de catálogo dos sítios estudados.
Autores principais:Garcês, Sara Liliana Magalhães Barbosa
Assunto:Arte rupestre Tejo Complexo Tipologia Cervídeos
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:tese de doutoramento
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:O trabalho que aqui se apresenta, revê de forma sistemática e atualizada o Complexo Rupestre do Vale do Tejo (CARVT), abarcando uma área de 120km de comprimento. Conta com 12 núcleos de arte rupestre que se estendem sensivelmente, desde a foz do rio Ocreza a jusante até ao vale do rio Erges, a montante. Estes núcleos comportam um conjunto de 1636 rochas com 6988 figuras de variadas tipologias, cuja cronologia se estende desde o Paleolítico Superior até ao final da Idade do Bronze grosso modo. O trabalho inclui a abordagem da história da investigação do CARVT, a contextualização das problemáticas e da região, a descrição analítica dos núcleos de gravuras e a sistematização dos temas com uma particular análise da figura do cervídeo como tema estruturante do CARVT. O estudo é norteado por duas interrogações, uma de caráter fundamental: o que se pode inferir em termos de ocupação territorial e sequenciação temporal sobre o complexo rupestre do vale do Tejo, a partir da revisão exaustiva de toda a documentação disponível? Outra de caráter metodológico: em que pode diferir, em termos qualitativos, um estudo com tal preocupação de exaustividade, face a estudos centrados em sítios ou rochas de maior complexidade aparente e em argumentações de cariz essencialmente antropológico ou com recurso a contextualizações essencialmente suprarregionais? As conclusões comportam a resposta às duas interrogações formuladas, sendo complementadas pela bibliografia e por um volume de catálogo dos sítios estudados.