Publicação
Vivências da sexualidade nos jovens: a intervenção do Serviço Social em contexto Escolar
| Resumo: | A sexualidade, para além de ser uma característica particular de cada individuo, é manifestada de diversas formas ao longo das distintas fases do ciclo de vida humano, tornando-se um tema no qual é necessário falarmos. No entanto, ainda atualmente, esta é vista como algo complexo pela maior parte dos indivíduos, devido às suas crenças e aos tabus enraizados na sociedade, que parametrizam o conceito de sexualidade dentro de normas, padrões e até proibições. O presente estudo, de caráter maioritariamente qualitativo, pretende compreender os conhecimentos e vivências da sexualidade dos jovens e, também perceber e analisar a pertinência da intervenção do Serviço Social neste âmbito. Os objetivos passam por captar as conceções que os jovens atribuem à sexualidade e as suas vivências da mesma, comparar a atuação dos técnicos do Gabinete de Serviço Social no âmbito da sexualidade e ainda descobrir a pertinência que o Serviço Social possui na intervenção com os/as alunos/as da escola acerca da sexualidade. Considerando estes objetivos, foi efetuado um estudo comparativo e três entrevistas em profundidade, semi-dirigidas, duas delas às técnicas do Gabinete de Serviço Social de uma escola do Norte de Portugal e uma à Assistente Social de uma outra escola também do Norte de Portugal, tendo sido concebido para tal um guião de entrevista. Para o tratamento da informação, este estudo serve-se da análise de conteúdo. Dos resultados adquiridos é de ressaltar que para uma abordagem adequada da sexualidade é fulcral a cooperação e articulação entre os professores e técnicos que desempenham funções das Escolas, bem como entidades exteriores à Escola que possam dar resposta e cooperar. Estas e outras descobertas acarretam a uma reflexão sobre como o tema sexualidade ainda não é suficientemente abordado em âmbito escolar e que, apesar da sua importância, a intervenção do Serviço Social ainda fica aquém daquilo que deveria em diversas escolas, muitas vezes pela falta de técnicos especializados na área. |
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| Autores principais: | Morgado, Daniela da Costa |
| Assunto: | sexualidade alunos jovens serviço social educação sexual género |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso embargado |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | A sexualidade, para além de ser uma característica particular de cada individuo, é manifestada de diversas formas ao longo das distintas fases do ciclo de vida humano, tornando-se um tema no qual é necessário falarmos. No entanto, ainda atualmente, esta é vista como algo complexo pela maior parte dos indivíduos, devido às suas crenças e aos tabus enraizados na sociedade, que parametrizam o conceito de sexualidade dentro de normas, padrões e até proibições. O presente estudo, de caráter maioritariamente qualitativo, pretende compreender os conhecimentos e vivências da sexualidade dos jovens e, também perceber e analisar a pertinência da intervenção do Serviço Social neste âmbito. Os objetivos passam por captar as conceções que os jovens atribuem à sexualidade e as suas vivências da mesma, comparar a atuação dos técnicos do Gabinete de Serviço Social no âmbito da sexualidade e ainda descobrir a pertinência que o Serviço Social possui na intervenção com os/as alunos/as da escola acerca da sexualidade. Considerando estes objetivos, foi efetuado um estudo comparativo e três entrevistas em profundidade, semi-dirigidas, duas delas às técnicas do Gabinete de Serviço Social de uma escola do Norte de Portugal e uma à Assistente Social de uma outra escola também do Norte de Portugal, tendo sido concebido para tal um guião de entrevista. Para o tratamento da informação, este estudo serve-se da análise de conteúdo. Dos resultados adquiridos é de ressaltar que para uma abordagem adequada da sexualidade é fulcral a cooperação e articulação entre os professores e técnicos que desempenham funções das Escolas, bem como entidades exteriores à Escola que possam dar resposta e cooperar. Estas e outras descobertas acarretam a uma reflexão sobre como o tema sexualidade ainda não é suficientemente abordado em âmbito escolar e que, apesar da sua importância, a intervenção do Serviço Social ainda fica aquém daquilo que deveria em diversas escolas, muitas vezes pela falta de técnicos especializados na área. |
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