Publicação
Auto-percepção e auto-estima em adolescentes masculinos nos desportos de aventura na natureza
| Resumo: | O Desporto de Aventura tem-se descrito como uma actividade em desenvolvimento, atraindo cada vez mais pessoas interessadas nas actividades físicas e com maior procura no sector lúdico e recreativo e até mesmo existentes no âmbito escolar. A prática de actividade física influência o bem-estar físico, mental e social, exibindo um bem-estar psicológico superior ao dos indivíduos não praticantes. Uma auto-percepção positiva é o efeito de uma combinação de factores sociais, psicológicos e fisiológicos. Esta percepção pode ser aumentada através da actividade física, ao mesmo tempo que adquire uma melhor qualidade de vida. O principal objectivo desta investigação foi avaliar, compreender e explicar os efeitos de um Programa de Desporto Aventura na auto-estima e na auto-percepção em adolescentes masculinos em meio escolar. Para o efeito recorreu-se à aplicação de dois instrumentos (PAPC-CJ e PIP-CJ), numa versão traduzida por Bernardo e Matos (2003) numa amostra de 75 sujeitos (34 sujeitos referentes ao grupo experimental e 41 relativos ao grupo controlo). Neste estudo, utilizámos a análise descritiva, na qual os resultados dos valores do teste de Kolmogorov-Smirnov nos possibilitaram validar a normalidade da amostra. Os resultados obtidos nesta investigação mostram que: i) o grupo experimental apresenta melhorias, apesar de não serem significativas, na auto-estima global, em virtude do Programa de Desporto Aventura; ii) evidencia-se uma melhoria, no grupo experimental na auto-estima corporal bem como uma melhoria estatisticamente significativa em todas as suas dimensões (CORPO, FORÇA, DIMENSÃO e DESPORTO); iii) os sujeitos do grupo experimental apresentam mudanças significativas na importância atribuída à auto-estima corporal, excepto na condição física; iv) o grupo controlo, contrariamente ao que tínhamos indicado, teve resultados inferiores em certas dimensões avaliadas quando relacionadas com o grupo experimental. |
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| Autores principais: | Amorim, Sara Patrícia da Silva |
| Assunto: | Desporto de aventura Atividade física Autoestima Autoperceção Adolescentes |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | O Desporto de Aventura tem-se descrito como uma actividade em desenvolvimento, atraindo cada vez mais pessoas interessadas nas actividades físicas e com maior procura no sector lúdico e recreativo e até mesmo existentes no âmbito escolar. A prática de actividade física influência o bem-estar físico, mental e social, exibindo um bem-estar psicológico superior ao dos indivíduos não praticantes. Uma auto-percepção positiva é o efeito de uma combinação de factores sociais, psicológicos e fisiológicos. Esta percepção pode ser aumentada através da actividade física, ao mesmo tempo que adquire uma melhor qualidade de vida. O principal objectivo desta investigação foi avaliar, compreender e explicar os efeitos de um Programa de Desporto Aventura na auto-estima e na auto-percepção em adolescentes masculinos em meio escolar. Para o efeito recorreu-se à aplicação de dois instrumentos (PAPC-CJ e PIP-CJ), numa versão traduzida por Bernardo e Matos (2003) numa amostra de 75 sujeitos (34 sujeitos referentes ao grupo experimental e 41 relativos ao grupo controlo). Neste estudo, utilizámos a análise descritiva, na qual os resultados dos valores do teste de Kolmogorov-Smirnov nos possibilitaram validar a normalidade da amostra. Os resultados obtidos nesta investigação mostram que: i) o grupo experimental apresenta melhorias, apesar de não serem significativas, na auto-estima global, em virtude do Programa de Desporto Aventura; ii) evidencia-se uma melhoria, no grupo experimental na auto-estima corporal bem como uma melhoria estatisticamente significativa em todas as suas dimensões (CORPO, FORÇA, DIMENSÃO e DESPORTO); iii) os sujeitos do grupo experimental apresentam mudanças significativas na importância atribuída à auto-estima corporal, excepto na condição física; iv) o grupo controlo, contrariamente ao que tínhamos indicado, teve resultados inferiores em certas dimensões avaliadas quando relacionadas com o grupo experimental. |
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