Publicação
Jogos digitais como ferramenta de aprendizagem da língua inglesa para pessoas com deficiência intelectual
| Resumo: | Diariamente, o grupo de pessoas com deficiência intelectual enfrentam as mais diversas dificuldades tanto no acesso físico como digital a serviços e produtos. O apoio à aprendizagem a crianças e adultos com esta deficiência não é exceção. Assim, os recursos e ferramentas para a aprendizagem devem ser desenvolvidos a pensar nas características do público-alvo, mantendo interfaces que apresentem informação clara e de simples compreensão, sendo motivadoras para o uso, apontando a que se atinja um grande nível de eficácia na conclusão de tarefas. Acredita-se que através do uso de tecnologias, se possa encontrar e desenvolver interfaces que sejam interessantes, mantendo níveis de atenção altos, especificamente com os jogos digitais. Estes podem ser considerados uma ferramenta de aprendizagem, pois apresentam diversas vantagens de utilização na educação, sendo o principal, a motivação do aluno para assimilar conteúdos novos. Mas como apresentar conteúdos na interface destes jogos para que possam auxiliar a aprendizagem e levar a um maior nível de eficácia na realização e conclusão das tarefas? É nesta perspetiva que se debruça esta dissertação. Especificamente, no estudo de formas de apresentação do conteúdo como: o texto, o áudio e a imagem e/ou a junção destes conteúdos para se verificar qual deles são os mais adequados para o auxílio da aprendizagem. Para isso, escolheu-se a língua inglesa para a introdução de novos conteúdos, sendo considerado benéfico na aprendizagem, visto que a língua inglesa é muito utilizada em contexto tecnológico. Os resultados deste estudo revelaram indícios de que as pessoas com deficiência intelectual podem aprender inglês, recorrendo a interfaces de jogos digitais, desde que os conteúdos sejam apresentados através de áudio e imagem. |
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| Autores principais: | Rodeia, Ana Rita Magalhães |
| Assunto: | Jogos digitais Interfaces Pessoas com deficiência intelectual Língua inglesa |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | Diariamente, o grupo de pessoas com deficiência intelectual enfrentam as mais diversas dificuldades tanto no acesso físico como digital a serviços e produtos. O apoio à aprendizagem a crianças e adultos com esta deficiência não é exceção. Assim, os recursos e ferramentas para a aprendizagem devem ser desenvolvidos a pensar nas características do público-alvo, mantendo interfaces que apresentem informação clara e de simples compreensão, sendo motivadoras para o uso, apontando a que se atinja um grande nível de eficácia na conclusão de tarefas. Acredita-se que através do uso de tecnologias, se possa encontrar e desenvolver interfaces que sejam interessantes, mantendo níveis de atenção altos, especificamente com os jogos digitais. Estes podem ser considerados uma ferramenta de aprendizagem, pois apresentam diversas vantagens de utilização na educação, sendo o principal, a motivação do aluno para assimilar conteúdos novos. Mas como apresentar conteúdos na interface destes jogos para que possam auxiliar a aprendizagem e levar a um maior nível de eficácia na realização e conclusão das tarefas? É nesta perspetiva que se debruça esta dissertação. Especificamente, no estudo de formas de apresentação do conteúdo como: o texto, o áudio e a imagem e/ou a junção destes conteúdos para se verificar qual deles são os mais adequados para o auxílio da aprendizagem. Para isso, escolheu-se a língua inglesa para a introdução de novos conteúdos, sendo considerado benéfico na aprendizagem, visto que a língua inglesa é muito utilizada em contexto tecnológico. Os resultados deste estudo revelaram indícios de que as pessoas com deficiência intelectual podem aprender inglês, recorrendo a interfaces de jogos digitais, desde que os conteúdos sejam apresentados através de áudio e imagem. |
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