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Matemática com criatividade nos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico: conexões com Português e História e Geografia de Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:É conhecida a dificuldade com que muitos alunos, ao longo do seu percurso escolar, lidam com a disciplina de Matemática. O presente relatório partiu desta problemática e pretende contribuir para contornar estas adversidades associadas à Matemática através do recurso à criatividade, tornando esta área mais apelativa, atrativa e inclusiva para os alunos. Assim sendo, neste relato escrito, procuro apresentar os resultados obtidos a partir de um estudo desenvolvido em dois planos distintos: primeiramente, uma pesquisa documental a nível teórico bem como a análise de documentos orientadores das práticas educativas e, num segundo plano, a organização da intervenção pedagógica nas atividades experimentais desenvolvidas no âmbito das disciplinas de Prática de Ensino Supervisionada I (1.º Ciclo do Ensino Básico) e II (de Português e História e Geografia no 2.º Ciclo do Ensino Básico) que integram o Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Português e História e Geografia no 2.º Ciclo do Ensino Básico, ministrado na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Tendo em conta a perspetiva das crianças sobre a área do saber Matemática, pretende-se, neste relatório, analisar e fundamentar a mais-valia da criatividade e das conexões, como estratégias facilitadoras das aprendizagens de uma prática que relacione os conteúdos desta área do saber com as outras áreas, bem como, justificar a necessidade de promover a criatividade, como sendo uma competência fundamental ao desenvolvimento do pensamento divergente, que capacita as crianças com mais ferramentas para enfrentarem o futuro. Para que tais factos se tornem reais, este relatório enfatiza o papel do docente, como influenciador e principal agente de mudança, uma vez que são os educadores matemáticos e docentes que podem desenvolver o pensamento criativo dos discentes e motivá-los na aprendizagem.
Autores principais:Ribeiro, Joana Manuela Magalhães
Assunto:criatividade conexões 1.º Ciclo do Ensino Básico 2.º Ciclo do Ensino Básico matemática aprendizagens
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso embargado
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:É conhecida a dificuldade com que muitos alunos, ao longo do seu percurso escolar, lidam com a disciplina de Matemática. O presente relatório partiu desta problemática e pretende contribuir para contornar estas adversidades associadas à Matemática através do recurso à criatividade, tornando esta área mais apelativa, atrativa e inclusiva para os alunos. Assim sendo, neste relato escrito, procuro apresentar os resultados obtidos a partir de um estudo desenvolvido em dois planos distintos: primeiramente, uma pesquisa documental a nível teórico bem como a análise de documentos orientadores das práticas educativas e, num segundo plano, a organização da intervenção pedagógica nas atividades experimentais desenvolvidas no âmbito das disciplinas de Prática de Ensino Supervisionada I (1.º Ciclo do Ensino Básico) e II (de Português e História e Geografia no 2.º Ciclo do Ensino Básico) que integram o Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Português e História e Geografia no 2.º Ciclo do Ensino Básico, ministrado na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Tendo em conta a perspetiva das crianças sobre a área do saber Matemática, pretende-se, neste relatório, analisar e fundamentar a mais-valia da criatividade e das conexões, como estratégias facilitadoras das aprendizagens de uma prática que relacione os conteúdos desta área do saber com as outras áreas, bem como, justificar a necessidade de promover a criatividade, como sendo uma competência fundamental ao desenvolvimento do pensamento divergente, que capacita as crianças com mais ferramentas para enfrentarem o futuro. Para que tais factos se tornem reais, este relatório enfatiza o papel do docente, como influenciador e principal agente de mudança, uma vez que são os educadores matemáticos e docentes que podem desenvolver o pensamento criativo dos discentes e motivá-los na aprendizagem.